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Como Curar uma Ressaca

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
Comentários: 1
Como Curar uma Ressaca

Ora aqui está um tema que pelo menos uma vez na vida, esteve interessado em estar informado.

A noite anterior foi de arromba. A música estava perfeita, a companhia era fantástica e a cerveja…. Bem essa foi a rainha da festa. Geladinha, refrescava do calor que se sentia.
Mesmo consciente que beber faz mal á saúde e que apanhar uma bebedeira pode dar num resultado menos positivo, acontece que em dias de festa o abuso acontece e beber em excesso é o rumo que se leva em noite de folia.

Se tiver boleia até casa e achar de gatinhar é a melhor forma de entrar em casa, é porque ainda está em condições de se atirar para cima da cama e deixar-se embalar no sono dos bem bebidos.

Se puder dormir no dia seguinte, considere-se um felizardo, mas se tiver de comparecer a algum compromisso na manhã seguinte, considere-se em apuros.

Não conseguirá fazer milagres, mas existem algumas dicas que podem ajudá-lo a ultrapassar este dia tão difícil que se avizinha.

Quando se levantar, comece por ingerir líquidos. A água é essencial, mas se acha que o sabor o faz lembrar folhas de papel de música, pode também optar por sumo de laranja ou de melancia.

O chá de camomila ou de tília também ajudam a “arrumar” o estomago e a tranquilizar a dor de cabeça, mas a coca-cola também é uma boa opção (por causa do açúcar e do gás).
O café pode não ser o mais indicado. Certo é que o pode ajudar na dor de cabeça, mas pode não ser o melhor para o estômago.

Tente comer. Coisas secas como uma torrada ou bolachas de água e sal ou até mesmo cereais (sem o leite, claro), podem ser uma boa opção, mas a fruta ganha pontos até aqui.

Tome um duche alternando a água quente com a água fria. Vai ativar a circulação e vai acordá-lo com toda a certeza.

Apanhe ar. Este vai fazê-lo acordar e sentir-se melhor. Porque não comer a sua fruta na varanda?

Apesar de todas estas dicas, se tiver a possibilidade de ficar a descansar, é sempre melhor. Experimente mesmo assim tomar o duche, comer a fruta, beber líquidos e descansar. Depois disto vai ficar pronto para outra.

Ah… Já agora deixa-se uma dica para quem se sente tonto quando se deita na cama depois de ter bebido em excesso. Coloque um pé de fora da cama e deixe-o estar no chão. Dizem os experientes que ajuda e as tonturas passam.


Carla Horta

Título: Como Curar uma Ressaca

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãotiago

    28-06-2012 às 23:16:31

    muito bom me ajudou bastante, o meu irmão ao fim de semana chega sempre muito mal....obrigado

    ¬ Responder

Comentários - Como Curar uma Ressaca

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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