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A doença do Século XXI

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
Comentários: 4
A doença do Século XXI

Falemos de uma doença, que infelizmente mata, e continua a matar a uma “rapidez” estonteante, ela é, o cancro. Conhecida como a doença do século XXI, é a segunda doença mais mortífera, deixado para trás apenas a doença cardiovascular. Os números a cada dia que passa tomam uma posição muito preocupante, a cada dia os casos aumentam, como se fosse gotas de chuva a cair.

Nesta doença, sabemos que é difícil estabelecer diagnósticos precoces, devido aos esmagadores tipos de cancro, existem centenas, existindo então alguns sinais que levarão a procura de um médico urgentemente.

O cancro do pulmão pode ter vários sintomas, dos quias a tosse persistente, a continuada dor no tórax, o sangramento no cuspo, bronquites reincidentes, pneumonias, desde a falta de ar á asma, perdas de peso, de apetite, sentir-se fadigado, existem vários sintomas.

Já no cancro do útero ou colo do útero, um dos tipos mais comuns, poderá seguir-se de sangramento fora do período menstrual ou corrimento anormal, sendo que no cancro do pâncreas existe uma dor prolongada no sítio do abdómen seguido de problemas digestivos, estes sinais devem ser levados em atenção, são motivo para alarme.

O cancro de sangue (leucemias e linfomas) é recorrente haver fadiga, emagrecimento excessivo, palidez anormal, varias infeções repetidas, febre, transpiração noturna, hematomas, gânglios linfáticos engrossados, entre outros.

No cancro da mama, um tipo muito conhecido infelizmente, nas mulheres, podem haver vários tipos de sintomas, dos quais a mudança do tamanho da mama ou no seu formato, o seu endurecimento, corrimento pelo mamilo, com ou sem sangue, retração da pele da mama ou do mamilo entre muitos outros.

Já no cancro do estômago também existem vários sintomas alarmantes, como náuseas e vómitos, o desconforto ou dor no abdómen, sensação de ardor (azia), indigestão, diarreia ou obstipação, a dilatação do estômago após as refeições, a perde de apetite, cansaço ou fraqueza, estes são sinais a que se deve ter em conta.

Estes são talvez dos mais comuns, entre tantos outros, infelizmente esta doença parece estar longe de estar combatida, tem ganho muitas batalhas, e o ser Humano não consegue combater esta doença tao grave quanto está á vista de todos, em caso de algum sintoma estranho , não hesite em ir ao médico, todos os segundos contam.

André Belacorça

Título: A doença do Século XXI

Autor: André Belacorça (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    19-07-2014 às 23:47:39

    Realmente, o cancro mata muita gente e é a doença do século XXI. Devemos cuidar mais de nosso corpo e mente!

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    17-09-2012 às 13:16:55

    O facto de a mera menção da palavra cancro assustar quem a ouve é um sinal de como essa doença se tornou uma praga no século XXI. Dividindo-se em tantos tipos, entre os quais aqueles a que se refere e descreve são apenas alguns, a ideia de cancro é muitas vezes a primeira na qual o paciente pensa quando suspeita ou realiza exames para apurar se determinado órgão está doente. Parabéns por abordar o assunto.

    ¬ Responder
  • André BelacorçaAndré Belacorça

    12-09-2012 às 13:37:33

    Obrigado :)

    ¬ Responder
  • Adriana SantosAdriana dos Santos da Silva

    12-09-2012 às 05:30:14

    Que interessante essa sua colocação. Não sabia pelo nome que é conhecido "cancro", somente pelos sintomas que ele ocasiona na vida do indivíduo. Espero que tomemos cuidados com essa doença e qualquer manifestação estranha, a procura por um médico é o ideal. Parabéns pelo texto.

    ¬ Responder

Comentários - A doença do Século XXI

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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