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Colonoscopia Virtual

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Saúde
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Comentários: 4
Colonoscopia Virtual

A colonoscopia virtual, permite visualizar as paredes do cólon com conforto e segurança, e deteta precocemente as células cancerígenas.

O cancro do cólon é considerada a causa de morte mais frequente em Portugal.

Para o prevenir, não há nenhum exame tão eficaz quanto a colonoscopia. Contudo, a evolução tecnológica permitiu, que esta técnica evoluisse para uma não invasiva.

As tradicionais sondas de colonoscopia são agora substituidas pelas imagens da tomografia por feixe de eletrões EBT.

Esta técica, virtual, é, com efeito, um exame de tipo imagiológico, que permite visualizar as paredes do cólon, através de uma reconstrução tridimensional do intestino.

A colonoscopis virtual, permite ver as imagens endoscópias em três prespetivas diferentes, chamadas, axial, coronal e sagital.

As imagens são vistas a três dimensões, e identificam qualquer anomalia fácilmente, e com exatidão, no interior do cólon, desde pólipos, projeções anormais da mucosa do cólon a tumores.

O exame de rastreio é a única forma de prevenir a doença dos intestinos, no seu estado mais precoce.

Este processo, apresenta um elevadíssimo grau de conforto e mais-valia, como seja fazer dois exames num só.

A sua vntagem, em relação á tradicional,é de aceder fácilmente às zonas mais difíceis, nomeadamente as angulares.

O exame é particularmente indicado para a doença inflamatória do intestino e mostra uma imagem completa do seu exterior, bem como dos órgâos circundantes do intestino.

A colonoscopia por sonda não alcança a dimensão desta, em virtude de detetar patologias silenciosas, como o aneurisma da aorta abdominal, qualquer massa anómala do fígado, pâncreas, baço ou rins. Deste modo é uma enorme vantagem em relação ao método tradicional.
Além disso, este exame, não corre o risco de perfuração, tal como a outra, motivado pelo perigo da sonda endoscópica perferurar acidentalmente as paredes do intestino.

O risco de desenvolver uma peritonite, infeção comum, é também elevado, na colonoscopia tradicional.

A única fdiferença deste método em relação ao anterior, é que não permite retirar os pólipos, que possam ser visualizados, ao passo que o outro permite.

Quando se deteta alguma anomalia com este exame, o doente é imediatamente encaminhado para o médico, com um relatório do exame.

No caso de ter um pólipo, a pessoa leva consigo um relatório médico, onde consta a localização exata do pólipo a retirar, o que minimiza o possível desconforto de todo o processo, quer para o paciente quer para o médico.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Colonoscopia Virtual

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 18

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • neli

    11-10-2014 às 01:31:28

    ola gostaria de saber onde faz a colonoscopia virtual em salvador bahia

    ¬ Responder
  • Rafaela CoronelRafaela

    24-07-2014 às 05:28:43

    Que ótimo saber que já há tratamento como a colonoscopia. Um avanço medicinal e sem dúvida, tecnológica! Muito obrigada por essas informações.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãotania m.a.pereira

    30-12-2012 às 08:45:19

    ha um ano fiz a colonoscopia tradicional e deu normal, mas de uns oito meses para ca, estou sentindo dores no abdomem como se fossem para defecar e eu acho que e no intestino, quero saber se em Salvador - Bahia no hospital Portugues faz a colonoscopia virtual?

    ¬ Responder
  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    18-09-2012 às 10:54:17

    Atualmente já é possível fazer a colonoscopis virtual, mais fácil do que a tradicional colonoscopia por sonda.A grande diferença entre uma e outra é que com a anterior os pólipos podem ser logo removidos, enquanto que com a virtual não.Com esta há necessidade de fazer a outra, caso haja pólipos ou células cancerígenas para remover.

    ¬ Responder

Comentários - Colonoscopia Virtual

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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