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O bebê come o necessário?

Categoria: Outros
Comentários: 1
O bebê come o necessário?

É natural uma mãe se preocupar em saber se o seu bebê está comendo o necessário, se a alimenteção do seu filho está sendo suficiente para nutri-lo e mantê-lo saudável. Sabemos que um bebê gordinho e cheio de dobrinhas não significa necessáriamente, que esteja alimentado de maneira que esteja sendo devidamente suprido, para ter um desenvolvimento que o proteja das carências que o organismo possa exigir. Cada ser humano tem seu próprio processo metabólico, esse processo ocorre também nos bebês, uns mais rápidos outros mais lentos.

Quando um bebê chora, nem sempre é indicativo de fome, às vezes, por excesso de cuidados ou medo de que o bebê não tenha se alimentado o suficiente, a mãe oferece um pouco mais de refeição, a criança com essa atitude pode desenvolver um pouco mais de gordura acima do tolerável levando a um hábito do cérebro de pedir alimento mais que o necessário para comer.

É sabido que a relação da mãe com o seu bebê é profunda e, que essa relação afetiva desenvolve uma espécie de sentido que a mãe prevê e sente as reações do filho, tanto que para um bom diagnóstico médico, mesmo uma pessoa muito próxima do bebê e altamente bem intencionda, a mãe, quando não está sofrendo de alguma sindrôme, que temos como exemplo a sindrôme pós-parto, porque nesse caso pode surgir estado de rejeição ou proteção excessiva, ela sabe como ninguém, relatar o que se apresenta com o filho.

Saber se o bebê está comendo o necessário deve-se levar em conta o peso e a altura do bebê, ele deve ter horário certo para a ingestão de alimento. O estômago de um bebê tem capacidade de ingerir aproximadamente, se estiver com seis meses, uma quantidade de duzentas e cinquenta gramas é o ideal, acima de nove meses a quantidade pode passar para duzentas e noventa gramas e ir aumentando de acordo com o crescimento. O tipo de alimento, tem que estar adequado a idade do bebê, respeitando o funcionamento gástrico de cada período, por isso a consistência como papinha por exemplo é uma forma dele começar a se familiarizar com alimentos sólidos.

Consultas periódicas com o pediatra, ajudam a ajustar o tipo e a quantidade de alimentos que estejam compatíveis com a idade do bebê e que melhor favorecerão o processo metabólico, essa é a meira mais indicada para saber se o bebê está sendo alimentado conforme o necessário para cescer saudável.


Sílvia Baptista

Título: O bebê come o necessário?

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: Pink Sherbet Photography

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • josi

    21-02-2013 às 13:44:39

    minha bebe tem nove meses ainda mama e não chega a comer 150g de alimento solido por dia o que ela aceita comer mais é uma pera e um potinho de legumes isso é por dia mal come tres ou quatro colhrerinha de mingal e só peito até dormir depois mais peito vai pro resto da madruga acho que esta afetando seu crescimento vejo ela pequena diante das outras crianças da sua idade ja me perguntaram se ela ja tem cinco meses ai isso me doeu muito ...

    ¬ Responder

Comentários - O bebê come o necessário?

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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