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Como dar banho ao seu bebé

Categoria: Outros
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Comentários: 1
Como dar banho ao seu bebé

A hora do banho é um dos momentos preferidos dos bebés pelo contacto que tem consigo e por ser um momento de brincadeira. Todavia, deverá ser uma tarefa realizada com muito cuidado. Para tal deverá seguir algumas regras.

Nos primeiros meses utilize uma banheira de bebé e coloque-a em cima da sua cama, tendo o cuidado de usar um resguardo, para que a mesma não fique molhada. Outra boa opção é usar uma banheira de bebé com suporte. O quarto deverá estar aquecido entre os 24 e 25ºC

Prepare previamente tudo o que vai necessitar: as roupas lavadas, a fralda, o creme da muda, o gel de banho, o hidratante, a toalha, as cotonetes. Mantenha tudo próximo de si no caso de estar sozinha, para não ter de deixar o bebé sozinho.

Em seguida, prepare a água do banho: regule-a para uma temperatura morna, a cerca de 37ºC. Utilize um termómetro, para se assegurar que a água não está demasiado quente, ou então verifique a temperatura com a parte interna do seu pulso. Encha a banheira começando primeiro com a água fria e só depois com a quente. A água não deverá exceder os 10 cm de profundidade.

Retire o bebé da espreguiçadeira ou do local onde se encontra e comece por lhe retirar a roupa e a fralda. Aqui começa a verdadeira brincadeira para ele

Ainda fora da banheira, segure o bebé passando o seu braço esquerdo pelas costas de modo a que a sua mão esquerda se fique presa por baixo do bracinho esquerdo do bebé, permitindo que a cabeça fique apoiada no seu antebraço, e fazendo com que o bebé se sinta seguro e protegido. Não se esqueça que nunca deverá deixar o seu bebé sozinho numa banheira.

Esqueça a campainha e o telemóvel a partir deste momento. Se for algo urgente, retire-o e envolva-o numa toalha e leve-o consigo. As crianças pequenas podem afogar-se em menos de 3 cm de água, pelo que convém não facilitar jamais.

A cara e os olhos de bebé deverão ser sempre lavados em primeiro lugar. Para tal, use soro fisiológico e compressas esterilizadas.

Depois, mergulhe o bebé de modo delicado e gradual na água e banhe-o com a sua mão direita. Comece por ensaboar a cabeça, retirando o sabão cuidadosamente. Depois, ensaboe o corpo e limpe com a água. Para lavar as costas, mude o bebé para o braço direito de modo que ele fique bruços no seu pulso direito, e lave.

Ao tirá-lo da banheira, envolva-o muito bem numa toalha seca. É provável que nesse momento chore, porque a brincadeira estava a ser bastante agradável e prazeirosa. Enxugue-o com cuidado, dando atenção ao pescoço, axilas, virilhas e entre os dedos. Aplique o creme da muda e coloque-lhe a fralda. Limpe as orelhas com cotonetes específicas de bebé. De seguida, use o hidratante para massajar o corpo do bebé, com excepção das mãos. Vá vestindo a roupa gradualmente, para que não passe frio. Aproveite e vá conversando com ele, entoe alguma canção que saiba que ele goste e desfrute destes pequenos momentos tão deliciosos!



Catarina Bandeira

Título: Como dar banho ao seu bebé

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoxico

    30-08-2014 às 23:19:17

    Gostei deste texto!

    ¬ Responder

Comentários - Como dar banho ao seu bebé

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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