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Cuidado Com A Fofoca No Trabalho

Categoria: Outros
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Comentários: 2
Cuidado Com A Fofoca No Trabalho

A língua quando mal usada reflete uma verdadeira destruição tanto a si mesmo quanto ao próximo. Falar da vida do próximo é algo venenoso, destrutivo e terrível que pode trazer consequências nada agradáveis. E assim como ocorre no relacionamento entre as pessoas do cotidiano, no trabalho, também não é diferente e pior é que muitos acham que é normal.

Aos olhos do fofoqueiro é algo inofensivo, mas os efeitos podem ser drasticamente críticos, pois uma mera fofoca pode alcançar dimensões comprometedoras, preocupantes e prejudicantes tanto para quem reflete a fofoca quanto para quem é o alvo do comentário maldoso. A fofoca serve exclusivamente para trazer maldições para os envolvidos nessa terrível atitude. Fofocar é algo maléfico, um vírus que traz danos aos fofoqueiros e também a quem dá atenção a eles. Cuidado com a fofoca ou ela te prejudicará muito.

As organizações trabalhistas procuram não apenas uma boa capacitação e preparo de seus funcionários, mas também atentam para os seus comportamentos. As empresas estão cada vez mais atentas ao modo de agir e reagir dos profissionais. Sem um referencial de qualidade na conduta, não há muitas possibilidades de desenvolver dentro da organização. Mediante o posicionamento da empresa, a ótima realização das ações conta tanto quanto ou mais as qualidades técnicas. Os currículos aprovam e admitem os funcionários ao mesmo tempo que os maus hábitos reprovam e demitem o indivíduo. Fofocar ou rejeitar a fofoca é uma escolha que garante o emprego.

Antes de sair falando pense nas consequências. Antes de fazer qualquer comentário, é necessário analisá-lo se aquilo que está sendo declarado não prejudicará alguém. Analise se o comentário produz algum valor e sentido ou se é uma fofoca para gerar ibope. A fofoca só provoca incomodação, tanto para o fofoqueiro quanto para quem é objeto dela. Falar escondido de alguém sem o mesmo ter ciência do ocorrido não é uma atitude construtiva e sim totalmente destrutiva. Fofoca nunca foi e nunca será boa, pois só causa confusão em nosso meio. Fuja dessa praga!

Levamos uma vida inteira para construir a nossa boa imagem e o nosso caráter como ser humano, porém em poucos instantes tudo pode acabar por conta dessa praga chamada fofoca. E quando o indivíduo é identificado como fofoqueiro, o título será carregado por ele pelo resto de sua vida. Esteja sempre alerta com a fofoca porque ela vem silenciosamente e sem o cuidado assim como uma cobra ela começa a nos envolver. Para vencer a fofoca é preciso não só controlar, mas eliminar de uma vez a curiosidade quando alguém inicia uma possibilidade de falar a mais nova fofoca no serviço. Não ouça, pois o que os ouvidos não ouvem a nossa atenção não responde.

A maior arma que temos para combater a fofoca é a ignorância. Procure não ouvir as fofocas porque elas tentam a nossa mente e coração. A fofoca tem como alvo manchar a vida do outro funcionário prejudicando seu crescimento na empresa. Não aceite ser mais uma vitima da fofoca. Normalmente essas pessoas que insistem em fofocar são incapazes e vivem na dependência dos outros para se acharem alguém. E por esse pensamento de inferioridade muitos formam fofocas para buscar uma promoção mesmo que momentânea sem enxergar que de nada servirá essa ação.


Natanael Genoel

Título: Cuidado Com A Fofoca No Trabalho

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • lorenzo busato

    03-10-2014 às 14:08:53

    É uma realidade infeliz em nossas empresas e em nossas vidas, temos que cortar este mal pela raiz.
    Parabéns pelo artigo.

    ¬ Responder
  • Natanael GenoelNatanael Genoel

    03-12-2014 às 09:29:18

    É a fofoca que impede muitos funcionários de se desenvolver na empresa. Obrigado pela leitura!

    ¬ Responder

Comentários - Cuidado Com A Fofoca No Trabalho

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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