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O valor da credibilidade

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Visitas: 18
Comentários: 2
O valor da credibilidade

Nunca como hoje se falou tanto de valores como a credibilidade, o crédito, confiança, dívida, défice ou débito.
Na verdade, pode dizer-se que a credibilidade foi sempre um atributo essencial, nos mais diversificados tipos de relacionamentos.

Podemos, de fato, afirmar que uma pessoa é digna de crédito quando ela consegue estabelecer relações interpessoais que inspiram alguma ou muita confiança.
Estes valores devem ser inerentes a todos, seja quais forem os seus credos religiosos ou políticos.

Com efeito, a palavra crédito, vem do latim, creditus do verbo latino credere:crer, e significa ,coisa confiada.
Assim, crédito, na sua origem, significa, confiar ou ter confiança.
Credibilidade é definida como qualidade de ser credível, ou seja, acreditável.
Considera-se o crédito, o direito que tem uma pessoa a receber de outra, um débito.
E, ter débito ou estar em débito, significa estar em dívida, e estar em crédito, significa, estar em saldo positivo.

Esta teoria, de créditos e débitos, naceu concretamente já há mais de quinhentos anos.
Efetivamente foi criada por um monge franciscano, de nome, Luca Pacioli, cuja finalidade era auxiliar os comerciantes e negociantes de Veneza, que necessitavam gerir as suas economias cada vez mais em crecimento.

A partir daí, o mundo nunca mais dexou de usar estes conceitos, tão essenciais à vida.
Se aplicarmos as noções de crédito e débito à vida, podemos afirmar que o crédito, ou a credibilidade, é a capacidade de gerarmos confiança à nossa volta.
Na realidade, é sempre bom termos credibilidade, seja com a família, com os amigos, vizinhos, enfim, com todo o mundo que nos rodeia.

É sempre bom, acumular créditos e ter muita credibilidade, pois nunca sabemos quando vamos precisar dela.
Contudo, também não devemos ignorar o cuidado que devemos ter no seu uso, pois, para construí-la é necessário anos de esforço, dedicação e renuncias.
Ao invéz, para perdê-la, às vezes basta um simples gesto, um atitude ou uma palavra.
A situação financeira atual, de crise global, obriga as pessoas a prestarem mais atençao ao valor do crédito.

Quando este era fácil de conseguir, amuitas pessoas tornaram-se descuidadas e abusaram dele, não economizando e considerando que ter dívidas era uma coisa comum.
O problema surgiu, logo que tiveram de pagar todas as coisas e, como ão tinham dinheiro, la se foi a tal credibilidade.

Mas, atualmente, ter credibilidade, tornou-se subitamente mais importante.
A par desta alta de credibilidade financeira, alastra também ao mundo das relações, isto, porque quantas vezes as pessoas que nos rodeiam, em especial as que exercem responsabilidade, perdem toda a credibilidade.

em face da crise global que se vive, nos dias de hoje, torna-se urgentíssimo, recuperar os valores perdidos, não só financeiros, mas sobretudo os humanos .Estes, estão cada vez ais afastados da realidade, podendo afirmar-se que quase já não existem, nos nossos dias.


Teresa Maria Batista Gil

Título: O valor da credibilidade

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

Visitas: 18

668 

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Kizua UriasKizua

    01-09-2014 às 14:36:57

    Uma virtude essencial é ter essa credibilidade. Não apenas nas relações empresariais, financeiras, mas muito mais nas relações interpessoais. Acreditar em alguém é muito importante, transpassar essa confiança também é!

    ¬ Responder
  • Deborah

    17-03-2013 às 10:56:15

    olá

    Gostei muito do texto porem tem que se atentar aos erros de escrita.

    At

    ¬ Responder

Comentários - O valor da credibilidade

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A história da fotografia

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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