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Crise na igreja: contestação

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Comentários: 2
Crise na igreja: contestação

Os finais da Idade Média, foram tempos muito difíceis para a Igreja.
Este fato deve-se a conflitos com reis e imperadores, por razões exclusivamente políticas.
Por outro lado, o comportamento de muitos elementos do clero prejudicavam o seu prestígio.
Os papas preocupava-se mais em garantir os seus bens terrenos do que com a sua missão espiritual;

-alguns membros do clero levavam uma vida de corrupção e imoralidade;

-acumulavam dioceses que raramente visitavam mas que lhes garantiam elevados rendimentos;

-tinham mulher e filhos;

-possuíam extensas propriedades;

-não pagavam impostos mas exigiam-nos ao povo, o cmado dízimo;

-O clero regular, composto pelos frades mendicantes, era pouco admirado pelos fiéis devido à sua vida excessivamente material. Não se respeitavam as regras monásticas, poi o jejum era desprezado, nem o silêncio durante as refeições;

-os cânticos religiosos eram esquecidos.

Em face desta atuação do clero, o espírito crítico do Renascimento, criticou-o e levou-o a pôr em causa toda esta situação e a exigir o regresso à pureza do Cristianismo primitivo.
Estava ssim, aberto o caminho para a Reforma protestante.
O Papa Leão X, em 1517, mandou pregar as indulgências, isto é, a concessão do perdão dos pecados, mediante o pagamento de determinada quantia.

O monge alemão, Martinho Lutero, afixou então, na porta da catedral de Wittemberg, as suas noventa e cinco teses, contra as "indulgências", defendendo que só DEUS pode perdoar os pecados do homem.

Em face desti, Lutero foi excomungado e o monge, num gesto simbólico, queimou em público a bula com que o papa o excomungara.
Como teve a proteção dos príncipes alemães, não foi condenado à fogueira.
Estes defendiam Lutero, para que ele se tornasse chefe temporal da Igreja nos seus territórios e ainda dimunuir o poder do Papa e do imperador Carlos V.

Lutero foi então alvo de perseguições e protestos, pelos seguidores do Papa e imperador da Alemanha, o que levou à designação de "protestantes", a todas as novas igrejas cristâs, não católicas, qe, que se desligaram da obediência ao Papa de roma.
Na verdade, já os elementos do clero se divertiam a cantar e a beber, esquecendo as suas obrigações espirituais.

Tendo em conta o quadro de comportamento da Igreja e do Papa, na Idade Média, em nada difere do, atualidade.
Isto significa que a Igreja, sempre dominou, com seu poder, na Igreja, sociedade , riqueza e opulência.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Crise na igreja: contestação

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    01-09-2014 às 14:45:28

    Não vejo outro fenômeno a perseguição das igrejas cristãs por mera intenção política, territorial e dinheiro. Isso vem acontecendo desde muito tempo e acontece até hoje.

    ¬ Responder
  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    18-09-2012 às 13:37:39

    A igreja sempre foi alvo de reformas que impunham determinados valores e regras à sociedade.Contudo esses ideais nem sempre foram aceites por religiosos, bispos e sacerdotes.Por isso as contestações a esses valores e princípios sempre fizeram parte da história dos povos, sejam católicos, protestantes ou islamitas.

    ¬ Responder

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Tema: Material Escritório
Contador de moedas\"Rua
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