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Bullying – O que fazer?

Categoria: Outros
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Comentários: 21
Bullying – O que fazer?

O mundo está cada vez violento e disso, todos nos apercebemos no dia-a-dia. Essa violência passa por nós, no trânsito, nos transportes públicos, no atendimento em qualquer sítio onde nos deslocamos entre muitas outras coisas. Acha que assim não é? Então verifique se não foi incorrecto na forma como falou com um empregado de mesa num restaurante, ou se não foi você que atendeu um cliente mais chato. A falta de paciência para com o próximo, sem nos importarmos se o outro nos entende ou não, faz parte da nossa agressividade com o próximo.

Somos cada vez menos tolerantes e isso até pode dever-se ao stress e à pressão a que estamos sujeitos, mas nada pode justificar a frieza com que nos relacionamos com os outros e com o mundo.

Quem acaba por pensar que isto são procedimentos normais, são muitas vezes os nossos filhos. Também eles estão sujeitos a pressões e stress. As boas notas, as saídas com os amigos e até mesmo a sua afirmação enquanto jovens inseridos numa sociedade complicada.

A violência nas escolas existe e está cada vez em maior crescimento, apesar de já muitas medidas estarem a ser tomadas relativamente a isso.

O bullying é real e assustador. O bullying consiste na violência praticada por um ou vários indivíduos a um único. As agressões podem ser físicas ou psicológicas e nem as novas tecnologias fogem como medida dos agressores. SMS e emails são utilizados como forma de agressão, com difamações e mexericos.

Mas o que fazer?

Se o seu filho for uma vítima, apoio incondicionalmente. Fale com ele e explique-lhe que uma coisa são brincadeiras, outra é violência gratuita. Fale com professores e educadores, tal como a direcção da escola, e peça para falar com os pais dos agressores. Por norma também estes são surpreendidos, pelo que tente resolver as coisas com uma boa comunicação. Se suspeita, verifique a falta de apetite, as faltas na escola, as insónias e irritação constante, tal como a ansiedade permanente.

Se o seu filho for o agressor, encare a coisa com firmeza. Fale com ele e faça-o ver que está a magoar alguém que não tem culpa e é uma vítima. Informe-o das consequências que pode vir a ter, como a transferência de escola e a perda de contacto com o seu grupo de amigos. Ele que imagine o que sentiria se fosse ele a vítima.

Se fores adolescente ou criança e estiveres a ver isto, dirige-te a um adulto em que confies (professor ou pais) e conta-lhes. Não és diferente dos outros, por isso não tens de ser julgado por nada. Os adultos podem e devem ajudar-te. Mantêm a força e confia no teu valor. Vais conseguir ultrapassar tudo isto, acredita. Boa sorte.


Carla Horta

Título: Bullying – O que fazer?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: Asar_mz

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Comentários     ( 21 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãomatheus

    19-07-2013 às 17:53:40

    legal

    ¬ Responder
  • claysson

    29-04-2013 às 16:15:29

    estou formando uma gang compostas somente por vítimas de bullying para invadir escolas e outros lugares para erradicar o bullying agredindo todos os bullies ou fazendo terrorismo onde eles tiverem . só assim o bullying deixa de existir, pois se o bullying está aí destruindo a vida d muitos estudantes e pessoas 'especiais' e as autoridades não fazem nada, NÓS FAZEMOS! e da maneira mais eficaz ;) juntem se a mim e vamos fazer o cangaço contra o bullying^^

    ¬ Responder
  • Carla HortaCarla Horta

    16-09-2012 às 14:06:55

    O Bullying existe e pode ser traumatizante. Há que travá-lo aos primeiro indícios e toda a sociedade deve estar envolvida. Pais, escola e comunidade devem agir e corrigir. Esta atitude não é utópica e tem de começar por cada um de nós.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    10-09-2012 às 18:15:07

    O bullying é cada vez uma coisa mais comum infelizmente. as crianças estão cada vez mais agressivas, talvez mimo a mais e falta de educação e regras a menos. costuma-me imenso ouvir aquelas histórias que surgem na televisão, de crianças que têm medo de ir à escola. este local devia ser a segunda casa da criança e não uma prisão de sofrimento. não sei como isto ainda é aceite pela sociedade, nomeadamente pelos professores.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMaria

    24-07-2012 às 09:32:37

    De facto vivemos num mundo em que muitos pais nem querem saber. Não tem nem noção nem consciência do mal que os seus “queridos filhos” estão a fazer aos outros. O que será destes jovens agressores na sociedade? Ninguém faz nada? Não há justiça para adolescentes que são mais maquiavélicos que muitos adultos. Mereciam o castigo os jovens agressores e os pais que não intervêm e não querem saber.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMariana

    23-07-2012 às 11:10:46

    Sei o quanto é complicado. A minha mãe nem queria acreditar e achava que eu estava a dar demasiada atenção a coisas de miúdas, como ela dizia. Mas houve um dia em que me fizeram uma espera e só quando cheguei a casa com a cara espezinhada e o corpo todo negro é que ela acreditou. Apresentámos queixa na policia e as outras já foram chamadas lá com os pais. No dia seguinte a serem chamadas recebi novas ameaças. É um problema que não tem fim e estou muitas vezes desesperada a não querer ir à escola. Já chumbei por faltas e nem quero ouvir falar em voltar áquela escola.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoConceição

    23-07-2012 às 11:10:27

    A minha filha foi vitima de ciber-bullying. Acho que é tão violento quanto a violência verbal na escola. Em questão de poucas horas e através de uma rede social, criaram-se mentiras e histórias mirabolantes ao ponto de no dia seguinte a minha filha não conseguir sequer entrar na escola.
    Falei com a escola que se prontificou a falar com os alunos envolvidos e exigi falar com os pais dos alunos. O meu espanto foi que alguns deles nem apareceram para resolver a situação. Foi a escola quem conseguiu falar com eles e foi sugerido a apresentação de desculpas pelo mesmo meio com que tinham difamado a minha filha. De qualquer forma, as marcas nunca mais se apagam e no inicio do ano letivo tive de a mudar de escola, pis a pressão era de tal forma que emagreceu e teve de ter acompanhamento num psicólogo.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarlos

    19-07-2012 às 11:32:52

    O bullying tem agora este nome, mas durante muito tempo não teve nome algum. No entanto foi sentido e sofrido por tantas, tantas pessoas. Eu foi vitima de bullying quando era adolescente. Com 12 anos e com o divorcio dos meus pais, deixei de frequentar uma escola privada e passei para uma publica. Por este simples facto fui completamente marginalizado, roubado, insultado e a violência exercida sobre mim foi extrema. Nunca tive qualquer tipo de atitude que despertasse este odio que tinham sobre mim e hoje, já adulto, tenho cada vez mais certeza disso. Contei na altura à minha mãe e a luta foi quase desnecessária. A escola nunca colaborou e mudei de escola. As coisas melhoraram mas nunca mais me esqueci do que passei e isso marcou-me para toda a vida.

    ¬ Responder
  • sss

    04-03-2012 às 12:42:24

    @Rafaela

    ¬ Responder
  • Me ajudemMe ajudem

    13-02-2012 às 19:29:21

    deisde que eu mudei de escola eu sofro bulling verbal os alunos da minha escola ficam me chingando espalhando mentiras sobre mim e etc... ai toda veis eu começo a chorar ai ficam me chamando de chorona e eu nao aguento mais ai sempre me da vontande de me vingar mais ai nao tenho condiçoes , O QUE ACONTEÇERIA SE EU DENUNÇIAR?

    ¬ Responder
  • brunobruno

    28-11-2011 às 18:05:28

    Olá
    a 2 dias atras na escola, vieram 2 rapazes e me ameaçaram de morte e que me iam bater por eu ter-lhes mandado para o cara*** mas é mentira porque eu nem os conheço e nunca falei mal deles....
    Ontem eu estava no bar da escola e dpois um desses piquenos vieram-me ameaçar dizendo que eu ia pagar pelo que fiz e depois me largaram uma joelhada na barriga e eu começei a chorar!!
    Agora a minha diretora de turma e o presidente da escola querem que eu faça uma participação mas eu tenho medo porque eles sao perigosos e podem-me fazer alguma mal na rua devido a terem amigos adultos...
    Ajudem-me que eu nao sei o que fazer. :(

    ¬ Responder
  • JoanaJoana

    14-10-2011 às 02:05:50

    Tenho um familiar que esta a ser vitima de bulling na escola, gostaria que me informassem quais os procedimentos que se devem ter, pois a direcção da escola ja foi alertada assim como as autoridades, mas nada ainda foi feito. Ele esta a sofrer com o caso. Digam-me, por favor, qual é o papel do Director de turma e o da escola no meio disto? quais os procedimentos a ter

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSofredor de bullyng

    30-09-2011 às 00:09:45

    Na verdade o bullyng começa com um apelido na maioria das vezes é com um apelido, se o sofredor de bullyng permitir que te chamem desse suposto apelido eles vão aumentando dai começam a zuar você com o seu apelido do tipo:Seu baleia vc atola muito na areia? ou Sua mãe te cagou no mato urangotango?
    Depois se a vitima nao se importar eles começam a te cutucar com socos fracos ou tapas na cabeça, se a vitima der risada eles começam a zuar cada vez mais, depois que você já passa por esse inferno todo dia e acha que não tem como ficar pior eles começam a te bater com socos fracos e/ou pegando seu material, objetos de pertence, e jogando no chão ou rasgando suas folhas, depois disso vem a pior parte a parte em que vc já está sob total dominio deles eles não te veem mais como uma pessoa e sim como um objeto deles. Depois a sua vida vira um inferno você apanha sem motivo e é constantemente humilhado sem saber o por que estão fazendo isso com vc. Então gente nao permitam que coloquem apelidos em vcs por que depois isso vai te enfernizar, quando te colocarem um apelido faça o mesmo com eles! Exemplo:E ai baleia(agressor)
    Ta falando o que salva vidas de aquario, pintor de roda-pé, tampinha (vitima)
    è isso o que eu tinha pra dizer espero que tenha ajudado!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãomaria clara

    16-05-2013 às 08:21:57

    oi as pessoas tem que denusia
    não fique calado

    ¬ Responder
  • lucas gabriellucas gabriel

    07-08-2011 às 01:21:59

    ola,tenho 12 anos eu sofro Bullying na escola

    ¬ Responder
  • claudemirclaudemir

    14-07-2011 às 12:33:28

    @Anonimo

    Converse com seus pais..converse com a Diretoria da escola. E tenha auto estima e comece a se impor de maneira clara ou com indiferença.

    ¬ Responder
  • RafaelaRafaela

    01-07-2011 às 14:41:23

    Se você tem filhos adolescentes procure conversar mais com eles sobre esse asunto;pois você pode saber mais sobre a vida de seu filho(a). Pode saber se ele(a) pratica ou sofre algum tipo de bullying.

    ¬ Responder
  • AnonimoAnonimo

    14-06-2011 às 02:10:17

    Olá!eu tenho 12 anos e sofro buling.Eu não ligo para os xingamentos,mas eles me agridem só porque sou o menor da classe.Isso acontecia desde o ano passado e nesse ano continuou sendo a mesma coisa.Decidi me mudar para o periodo da tarde para ver se as coisas melhoravam mas não melhoraram.Outro problema é que eu choro sem querer chorar e as pessoas ficam caçoando de mim.Eu tambem não tenho muitos amigos,as minhas 2 unicas amigas não muito proximas de mim e isso me sentir pior com o buling.Nessas horas a raiva e o espirito vingativo toma conta de mim.O QUE EU FAÇO?

    ¬ Responder
  • ellenellen

    17-05-2011 às 00:37:06

    oi!sou uma pessoa q ja sofreu bullyng é muito orrivel
    as pessoas que fizeram bullyng comigo se arrependeram pois essas pessoas são capazes de sofrer bullyng uma vez
    ñ faça com os outros bullyng pq pode acontecer com vc

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMariana

    08-06-2010 às 10:38:04

    fale mais com a sua filha e com o director da escola para tentar perceber o que se passa na escola. se não for o suficiente a sua filha deve ter acompanhamento psicológico, ou seja alguém com que conversar e contar o que se passa.

    ¬ Responder
  • sandra nunessandra nunes

    08-06-2010 às 09:05:59

    olá.Tenho uma filha com 13 anos e que só agora me conseguiu contar que desde o inicio do ano lectivo anda a evitar ir á escola. Motivo? na minha opinião é"bullying". Ando muito preocupada e já não sei o que lhe hei-de dizer para ela acabar este ano.Já está chumbada pelas notas e acho que também está por faltas.Já é caso de absentismo escolar.

    ¬ Responder

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O altíssimo preço da Vida

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Tema: Literatura
O altíssimo preço da Vida\"Rua
Altíssimo preço da Vida
Numa certa manhã de sol, a menina olhos clara chamada Clarisse acorda e antes que os seus familiares acordassem, ela sai para ir ao mercado até que seguindo pela calçada um rapaz desembalando uma droga em meio a um plástico logo a sua frente senta-se logo a sua frente tendo o efeito da cocaína sendo ali realizado e ajoelhado aos seus pés clama pela ajuda dela, mas um de seus melhores amigos pelo qual esconde a sete chaves um sentimento bom à vista alvejada pelo moço, olha para os dois lados da rua para atravessar, empurrá-la e chutar o rapaz que somente queria alimentar-se e uma blusa de frio.


- Por que fez isso? Ele não iria me fazer nada.
- E o que ele queria com você?
- Não sei. Você não o deixou falar!
- Com essas coisas você sabe que não pode brincar! Sabe lá que esse rapaz poderia fazer com você.
- Está certo. Só que olha lá! Ele está passando mal [...] Não vamos continuar sendo insensíveis e cegos igual ao mundo inteiro! Pelo menos vamos ali comprar um pão para ele comer, tira essa camiseta e dá a ele!
- Quem não garante que ali na esquina ele não troque o pão e a camiseta ali na esquina com um vendedor [...].
- Não pode pensar assim toda vez [...]. As pessoas são diferentes umas das outras pelo pensamento olha pra gente agora! E quem garante que ele vai comer aqui mesmo o pão e por a camiseta ou ali na esquina mesmo!
- Ok. Faça o quiser! Depois não diga que eu não avisei. – Começou a andar em direção à sua casa.
- Vai pra onde?
- Pra onde você acha? A minha mãe está me esperando para tomar café.
- Vai com Deus.


- Amém. – Saiu em direção à sua casa.
Ela estendeu o braço para o moço levantar.
- Me acompanharia até o supermercado?
- Sim. Se não for nenhum incômodo!
- Sem drama! – Respondeu ela.
- Obrigado por ter me ajudado! Aquele menino é alguma coisa sua?
- Só um amigo e nada mais.
- Entendi. Prefere comer o quê?
- Qualquer coisa! Não importa o que seja.
- Ok.
- Só você vive essa vida nas drogas da sua família?
- A minha história o que ela tem de grande, complexa e um pouco engraçado é bem capaz de que não entenda, mas, respondendo a sua pergunta. Sou o único da família!
- Por que engraçado?
- Por conta do vício perdi um diamante raro [...].
- É poeta?
- Não! Quem me dera ser poeta. – Sorriu.
- Quando disse no diamante raro, em quem estava se referindo?
- Minha mãe [...]. Uma divina com o fornecedor foi bastante para que ela morresse!
- Nossa! Que triste. Isso explicaria o porquê de estar morando na rua?
- Sim.


- Nunca pensou em esclarecer esse desentendido?
- Não adiantaria, pois não me aceitaria da forma de como sou.
- Será que não?
- Queria pedir a eles perdão pelo meu jeito mesmo que isso não traga a minha família de volta!
- Por que você não tenta?
- Não tenho mais coragem de olhá-los no fundo dos olhos [...].
- Por que não?
- Por conta desse vício maldito!
- E se propor a eles de que irá se tratar [...]. Vocês podem promover uma campanha em todo canto para a arrecadação da verba para o tratamento!
- Como e por onde eu começo?
- Aí meu Deus! – Espantada ao olhar o relógio.
- O que foi?
- Preciso ir! O meu pai vai acordar para tomar café e ir trabalhar. Encontra-me aqui mais tarde?
- Que horas?
- Ao anoitecer.
- Tudo bem.
- Tchau. – Deu um beijo na bochecha do rapaz entrou correndo no mercado. Comprou o pão e foi correndo para casa.
- Que demora menina! – Falou a mãe.
- A fila para pegar o pão estava muito grande.
- Ok. Vai acordar o seu pai! – Desligando a boca do fogão que esquentava o café.
- Tá.


Depois do café da manhã ela arrumou a sua cama, arrumou a mesa do café, disse à sua mãe que iria à casa de sua colega da faculdade para terminar um trabalho quando na verdade ela ia tomar conhecimento do altíssimo preço que às vezes é cobrado por ser bonzinho, ela é pego por trás e pelos braços, o rapaz empurrou ela para dentro de um depósito de lixo e lá ela viveu o pior momento de sua vida. Ela foi abusada por doze rapazes das quais ela não viu o rosto até que o tal viciado chegou e a salvou.
- Nossa! Obrigado. Se não houvesse chegado não sei o que seria de mim.
- Que isso faria de novo se fosse preciso.
- Eu tenho um amigo que é locutor de rádio que pode te ajudar a pedir perdão à sua família!
- Ah é! E em qual rádio ele trabalha?
- É aqui perto!
- Mas tem aquelas rádios de transmissão nacional e municipal.
- Entendi. Aí eu já não sei, mas nós podemos perguntar!
- Boa!
Eles foram até a central da rádio que ficava a duas quadras dali. Ela conversou com o seu amigo que permitiu que o moço fizesse a mensagem e que fosse transmitida pela rádio. No entanto, quando sua irmã ouviu a mensagem do outro lado, as lágrimas rolaram e ela acabou deixando cair no chão uma travessa de vidro que estava secando cair no chão e o irmão dela pergunta.
- O que foi? Está tudo bem aí?
- O nosso irmão está no rádio!
- O que foi? – Saltou da cama o rapaz impressionado. – Ele disse aonde e como está? – Perguntou.
- Zona sul de São Paulo.
- Mas deixou o endereço?
- Não.


- Que rádio é?
- Metropolitana.
- Pega o número telefônico no site!
- Isso que estou fazendo agora.
Depois de pegar o número na internet a menina pegou e discou no telefone, mas somente caía na caixa postal.
- E aí?
- Caiu já na caixa postal novamente!
- O que acha de nós irmos pra lá de novo?
- Uma boa, mas você tem dinheiro?
- Sim. Só falta saber qual é o preço da passagem na rodoviária!
- Vou dar uma pesquisada aqui!
- O que você quebrou?
- A travessa de vidro. O que vamos dizer ao papai?
- Que nós vamos fazer uma visita a um amigo seu.
- Tá. Ok!
Ao fim da tarde ela chegou a na cidade de São Paulo e foram logo a radio. Disseram que o rapaz pelo qual foi cedido o espaço na programação é irmão deles. Com isso o radialista ligou para a sua amiga dele e combinou um local para fazer o encontro surpresa da família toda reunida no dia seguinte.
No amanhecer do dia seguindo o rapaz, morador de rua foi acordado por sua nova amiga e ela pediu que ele a acompanhasse sem que soubesse de nada. Quando chegou a uma praça ele logo reconheceu os seus irmãos de costas para ele que não conseguiu a partir de então segurar as lágrimas e eles enfim, se perdoaram e disseram um ao outro que nada e ninguém viriam a separá-los novamente.
O amigo radialista da garota percebeu de que estava com umas marcas estranhas e perguntou descontraído.
- O que te aconteceu?
- Passei por um episódio triste ontem.
- O que aconteceu?


- Quase fui estuprada ontem [...] Só não fui graças a este meu amigo.
- Já foi à delegacia fazer o boletim de ocorrência? Contou aos seus pais?
- Ainda não.
- Está esperando o quê? Quer que eu ajude você estando contigo quando contar?
- Estou com medo! Sim.
- Não é pra menos!
Deixaram-nos lá no momento angelical e familiar e ela foi lá com o radialista contar e não foi pra menos, sua família deu parte na delegacia além de promover uma campanha contra esses absurdos na vida de uma mulher.

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