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MAD MAX Estrada da Fúria um divisor de águas no cinema.

Categoria: DVD Filmes
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MAD MAX Estrada da Fúria um divisor de águas no cinema.

Olá, no artigo de hoje vamos falar sobre esse filme que já está fazendo um sucesso e "atropelando" todo mundo no cinema desde sua estreia em 22 de maio de 2015 aqui no Brasil.

O que começou como um filme de baixo orçamento vindo lá da Austrália, com o diretor George Miller, tornou-se uma das séries mais aclamadas pelo público e pela crítica. O primeiro filme chamava-se apenas Mad Max e contava a história de como um policial determinado tornou-se um herói ermitão a vagar por um mundo que está cada vez mais caótico. Essa é a principal beleza e diferencial da série, pois vai mostrando a cada passo um mundo tomado por gangues e facções até tornar-se algo completamente diferente do que conhecemos.

O novo filme traz Max, sendo interpretado por Tom Hardy, o que já chama a atenção visto que o personagem foi consagrado pela interpretação de Mel Gibson, nos três anteriores. O que importa é que o filme é tão bom que a troca de atores torna-se irrelevante.

Outro ponto para o filme novo é que ao meu ver traz pela primeira vez uma protagonista mulher para a série. A atriz Charlize Theron interpreta Furiosa, que está em uma missão de fuga e de resgate com as chamadas mulheres do comandante da Cidadela, Imortan Joe. No meio do caminho encontra com Max que de sua forma muito peculiar acaba ajudando-a nessa corrida desesperada por um mundo com água e outros recursos escasso.
Deixando o conteúdo do novo filme um pouco de lado vou lhes explicar o porquê do título trazer o termo “divisor de águas”.

Hoje em dia já está se tornando comum quando não um hábito cinematográfico refazer filmes, refilmar histórias, criar novas versões para um mesmo personagem. No entanto poucos (quase nenhum) são os diretores que tem a chance de revisitar sua própria obra, sua própria criação. Neste caso é o que acontece com George Miller. Ele não só revisitou seu mundo e personagem, como criou uma história totalmente nova e (principalmente) crível dentro de seus próprios limites. Isto é um fato!

Falando em forma. Agora Mad Max Estrada da Fúria muito provavelmente será escola e referência para as novas adaptações, pois George Miller traz cenas de ação com uma fotografia maravilhosa (parte do filme é quase todo laranja e depois passa para tons de azul e finalmente retorna para o laranja).

E ainda falando das cenas de ação, faltam-me adjetivos para descrever a adrenalina que o filme transmite, e não são cenas jogadas ou perseguições sem sentido, é tudo muito bem amarrado com o universo do filme e demonstram a cada batida ou cada estratégia dos grupos a imensa criatividade e inventividade do ser humano em um mundo pós-apocalíptico.

O filme já se encontra a venda em DVD e Blu-Ray e é uma recomendação imperativa tanto para quem já é fã, mas também para quem ainda não conhece nada pode ser uma porta de entrada para o mundo MAD MAX.


Jhon Erik Voese

Título: MAD MAX Estrada da Fúria um divisor de águas no cinema.

Autor: Jhon Erik Voese (todos os textos)

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Comentários - MAD MAX Estrada da Fúria um divisor de águas no cinema.

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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