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Uso responsável do telemóvel

Categoria: Telemóveis
Visitas: 4
Comentários: 3
Uso responsável do telemóvel

Com o seu lançamento em 1973, na cidade norte-americana de Nova Iorque, o celular abriu inúmeras outras formas eficientes e rápidas de comunicação e relação inter-pessoal. No princípio eles eram demasiadamente pesados, excessivamente caros e de grande extensão. Não tinham a área de cobertura que hoje têm e ainda pertenciam ao sistema analógico e não ao atual sistema digital.

Aos poucos os telefones móveis foram diminuindo seu tamanho e peso, aumentando suas funções, capacidades e abrangências e, com isso, adquirindo mais credibilidade. Atualmente são poucas as famílias no mundo que não têm este tipo de tecnologia. A telefonia móvel tornou-se digital e o celular é um dos mais comuns aparatos tecnológicos utilizados diariamente. Hoje os telemóveis são pequenos, a duração das baterias é bem maior, a área de cobertura das operadoras é bastante grande e eles possuem inúmeras finalidades.

O uso dos aparelhos celulares atuais vai muito além da simples opção de ligações telefônicas. Eles são centrais de multimídia, pois contém alta tecnologia, possibilidade de conexão à internet, troca de informações, imagens, mensagens, vídeos, agem como câmera fotográfica, são gravadores de voz, possuem variados jogos, recebem e enviam arquivos, conectam diferentes rádios entre outras múltiplas opções de uso.

Diante disso seu uso está cada vez mais intenso, principalmente nos jovens. É irresistível a utilização de suas funções. Com isso, há, por vezes e, em alguns casos, um excesso de uso causando prejuízos e danos em diversas áreas. É preciso que o uso desse aparelho seja repensado e que algumas reflexões sejam feitas, evitando, assim, transtornos e incomodações desnecessários. O uso responsável do telefone móvel é fundamental. Não há uma cartilha de boas maneiras ao celular ou de como educadamente e responsavelmente utilizar esse aparelho. Por isso, alguns pontos devem ser observados e reavaliados.

Começando na infância, os pais precisam avaliar se realmente há necessidade de crianças portarem e manipularem celulares da mesma forma que os adultos. Ainda é fundamental lembrar que o uso durante o período escolar prejudica o rendimento do aluno visto que o telefone móvel e todas as suas possibilidades distraem, gerando transtornos na sala de aula e desviando o foco da aprendizagem. Seu uso nesse caso deve ser responsável. Se a criança ou adolescente portar o aparelho, este deve ser usado em momentos apropriados como o horário do recreio ou nos intervalos entre uma aula ou outra se houver este tempo. Os pais devem estar atentos para não ligarem para os filhos em momentos de aula.

Na adolescência o uso do celular deve igualmente ser canalizado para fins e momentos de utilidade e não apenas para conexão das possibilidades multimídias dele. Os jovens apresentam forte tendência a se isolarem e tendo um aparelho tecnológico com inúmeras possibilidades como os celulares de última geração eles só vão querer estar ligados a ele, esquecendo das tarefas diárias, das relações familiares e do estudo. Cabe aos responsáveis por estes adolescentes orientá-los quanto a um uso responsável desse tipo de tecnologia. Por exemplo, não substituir as funções de interação tecnológica pelos momentos de amizades presenciais, evitar o uso do aparelho nos momentos das aulas, não passar conectado ao aparelho muitas horas por dia, entre outros cuidados.  O telemóvel é uma ferramenta e tanto de interação, mas seu uso deve ser dosado a fim de não prejudicar uma vida saudável.

Para os adultos o uso do aparelho celular também deve ser responsável. É imprescindível seguir alguns procedimentos básicos de conduta em relação aos celulares, especialmente no trânsito. O aparelho e suas funções exigem atenção e proporcionam momentos de distração que não combinam de forma alguma com a direção. Inúmeros são os acidentes ocorridos nas ruas e estradas devido ao uso do celular na direção. É importante que o motorista não se distraia ao dirigir. Logo, sempre que for preciso pegar o volante, é prudente deixar o telefone no silencioso ou desligado, evitando a distração que gera ao atendê-lo. Caso seja necessário mantê-lo ligado, ao receber uma chamada o ideal é ir para o acostamento, estacionar o carro e atender. É recomendável nesses casos que deixar a caixa postal do telefone instalada para receber recados e após retorná-los.

Evitar atender ligações em locais públicos, falar alto demais, deixando pessoas desconhecidas participarem das conversações, evitar usar os aparelhos em reuniões, palestras, aulas, celebrações eucarísticas, comemorações formais e consultas médicas são também sinôminos de usos responsáveis da telefonia móvel.


Rosana Fernandes

Título: Uso responsável do telemóvel

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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765 

Imagem por: JesReeves

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    29-10-2014 às 12:10:30

    Temos que ter responsabilidade com tudo que utilizamos no nosso cotidiano. Muitas vezes, ficamos escravos e muito, excessivamente presos e dependentes. É preciso dosar o uso do telemóvel para que não prejudique nossos relacionamentos.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    02-06-2014 às 15:36:57

    O uso responsável do telemóvel tem sido um grande questionamento, visto ao uso excessivo de adolescentes e jovens. Devido a tecnologia com redes sociais, eles estão super dependentes, usando-o em excesso e mesmo sem perceber, estão sendo muito prejudicados. É importante ter controle no seu uso diário.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Gisele

    22-02-2013 às 05:49:01

    Há sim cartilha para o uso responsável do telefone celular, você deveria pesquisar mais antes de escrever algo do tipo.

    ¬ Responder

Comentários - Uso responsável do telemóvel

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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