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O homem não é tudo nem perfeito

Categoria: Relacionamentos
O homem não é tudo nem perfeito

“O artífice em madeira estende o cordel e, com o lápis, esboça uma imagem; alisa-a com plaina, marca com o compasso e faz à semelhança e beleza de um homem, que possa morar em uma casa.” (Isaías 44.13)

O artífice em madeira simboliza a mulher que é aquela que tem o poder de edificar a casa e de moldar o coração do homem. É a mulher que é escolhida pelo homem e por isso mesmo muita das vezes erra em achar que ele é tudo para a sua vida. Muitas mulheres idolatram seus respectivos maridos como se fossem deuses, sendo que na verdade possuem falhas e imperfeições como qualquer material. A mulher precisa entender que o homem necessita ser edificado e moldado pelas suas mãos. O básico de todo homem é ter uma mulher que saiba o edificar sem idolatrá-lo a ponto de não viver sem ele.

O amor é muito bonito e colorido, mas não é tudo. Sabe qual a razão por muitas mulheres estarem solteiras hoje? A idolatria! Deus não vai enviar alguém que será colocado em primeiro lugar na vida da mulher. Ele sabe das necessidades de sua serva. Podemos comparar a mulher como o azulejo e o homem a madeira. Numa mesa podemos perceber que ambos se combinam mesmo sendo tão diferentes. A mulher mais colorida e cheia de amor e o homem mais grosso e com mais inteligência. A mulher necessita ser amada e o homem precisa ser edificado e moldado para não ser destruído pelas dificuldades da vida.

A Mulher é o Azulejo e o Homem a Madeira! Um precisa do outro para se completar.

A mulher é usada para cuidar do lar e fazer a diferença neste mundo ao lado de seu homem. O tempo pode passar, mas isso jamais será mudado. A mulher nunca sai da moda pelo fato de sempre se atualizar em sua beleza. Hoje, elas deixaram aquela limitação de apenas ser donas de casa e passaram também a lutar pelo seu profissional. Com isso, o homem precisa se movimentar mais para ficar no mesmo ritmo da mulher, caso contrário ficará para trás. O amor vibra quando há entrega sincera de ambos sem a idolatria. E para deixar a beleza mais atraente somente o Espírito Santo para trazer a verdadeira virtude da mulher para alcançar o coração de um homem.





A mulher está aqui para somar com o seu marido. São seres extremamente distintos, porém suas qualidades são incríveis se usados em conjunto. E aqueles que sabem adorar a Deus acima de tudo vivem o mais puro amor, o amor que visa andar nos caminhos de Deus. A mulher está passeando pelo caminho e cada uma possui cores diferentes e fascinantes que simbolizam personalidades diferentes. Agora, cabe o homem decidir com quem ficará para sempre. O homem deve escolher aquela que se encaixa com os seus conceitos e em cima disso deve usar sua criatividade para conquistar. Sendo assim, quando o casal se consagra a Deus no amor encontram a verdadeira transformação de sua vida.


Natanael Genoel

Título: O homem não é tudo nem perfeito

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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