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O Que É E Como Vencer A Raiva

Categoria: Relacionamentos
Comentários: 2
O Que É E Como Vencer A Raiva

Muitos problemas acumulados na vida das pessoas acabam gerando motivos para despertar a sua raiva que se não for controlada resulta em quebra de objetos, agressões físicas ou verbais e até mesmo gritos extremos, porém todas essas atitudes precipitadas para nada servem, pelo contrário apenas trazem prejuízos tanto para a pessoa vítima do descontrole emocional quanto para aqueles que estão ao redor.

A emoção não resolve nada, pois age no impulso sem atender as consequências. Agindo desta maneira errada o indivíduo pode até sentir um alívio, mas vai persistir a confusão dentro e ainda deixar danos emocionais ao próximo. Controle a sua raiva usando a razão que te leva a resolução dos problemas.

Não permita com que a raiva se acumule para uma outra situação crítica. Procure entender a origem do problema que gerou a raiva e elimine-o com rapidez. Você é mais forte do que a raiva quando usa a sua inteligência para resolver as situações. O fato é que controlar a raiva não é o bastante e sim o certo a fazer é arrancar ela de si e lançar fora.

Mas como? Use a sua mente e entenda o que gerou a raiva e faça de tudo para solucionar este algo errado. A raiva é um forte descontrole emocional liberado no coração que deixa o corpo alterado e pronto para agir no impulso da emoção a ponto da pessoa querer atacar. É preciso se guardar desta negatividade, caso contrário ela domina o ser humano.

Quando a raiva é gerada dentro de alguém seu interior sente vontade de expelir a energia negativa acumulada em algo ou alguém. Com isso, muitos xingam, agridem, discutem e praticam outros tipos de violência sempre de forma destrutiva.

A raiva é um dos piores inimigos da saúde pelo fato de produzir dores de cabeça, insônia, tensões musculares, inquietação e outros problemas. Pare e respire o ar antes de cometer falhas. Não aja pelo impulso, lute para se afastar das situações que provoquem este sentimento ruim. Desative a raiva, oxigene o cérebro e diminua a sensação que produz a raiva. Respire mais, pense mais antes de tomar qualquer atitude que depois seja tarde demais para consertar.

A raiva não é algo que necessite de foco, isto é, quebrar objetos, agredir pessoas ou xingar nunca vai resolver a situação. Supere a raiva criando planos para lidar com as situações que incomodam o seu íntimo. Saiba focar a sua energia de maneira certa no problema escolhendo a melhor atitude a ser tomada.

Sentir raiva não é nada saudável. Analise bem o que de fato está ocorrendo e use o conhecimento que é o melhor remédio para excluir a raiva de sua vida, pois com ele você encontra a raiz do sentimento e imediatamente procura eliminar. Não guarde mágoas e sim resolva a situação. Seja sempre racional arrancando o que incomoda de uma vez por todas sem deixar uma brecha.

Em vez de extravasar a tensão da raiva nos outros pratique exercícios que é uma ótima forma de vencer este sentimento desastroso. Em vez de explodir, utilize toda a sua energia acumulada em atividades físicas como uma caminhada por exemplo. Mas nunca podemos esquecer de que é primordial descobrir o que tem provocado a raiva.

Pode crer que sentir raiva exageradamente prejudica demais a saúde tomando o controle das emoções. Seja forte e vença este sentimento negativo. Siga as instruções e vença a raiva de uma vez por todas.


Natanael Genoel

Título: O Que É E Como Vencer A Raiva

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Adriana SantosAdriana dos Santos da Silva

    29-06-2014 às 18:10:34

    A raiva deve ser sempre controlada. Já fui uma pessoa bem irritada, e trabalhei isso aos poucos, dia a dia, e posso dizer - é possível!

    ¬ Responder
  • Natanael

    29-08-2014 às 19:29:47

    Com certeza! Temos que nos controlar, caso contrário traremos prejuízos.

    ¬ Responder

Comentários - O Que É E Como Vencer A Raiva

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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