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Relacionamento À Distância

Categoria: Relacionamentos
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Comentários: 1
Relacionamento À Distância

É um pouco mais complicado, mas só um pouco. Quem foi que disse que ver o seu parceiro todo dia é uma garantia de sucesso e felicidade? Com os avanços tecnológicos de hoje, um relacionamento de longa distância é mais do que possível, desde que, é claro, se veja quão profunda ela é e o que vocês estão dispostos a lutar por ele. Confiança, honestidade, alta comunicação e um pouco de criatividade são os ingredientes básicos para mantê-lo vivo.

Ser separado da pessoa que você quer é difícil, e às vezes você se sente muito ruim; mas se você quiser ter essa relação de forma agradável e não torná-lo um martírio, a primeira coisa a fazer é eliminar os sentimentos negativos e o pessimismo. O famoso "pense positivo" é uma das bases para o verdadeiro sucesso nesse relacionamento. Lembre os bons tempos, sonhe com o momento em que você estará com essa pessoa maravilhosa, imagine o que vocês vão fazer juntos e se convença de que este é apenas uma situação temporária e que vai ajudá-los a se conhecerem melhor e crescerem como casal.

- Os canais de comunicação devem estar ao seu alcance e devem ser usados: telefone celular, mensagens SMS , e-mails, web cam e, claro, uma carta de amor escrita pelas suas próprias mãos. Para que isso funcione a comunicação tem ter muita fluidez.

- Sentir que o parceiro vai precisar ouvir é outro pilar de um relacionamento de longa distância. Estabelecer horários para conversarem (para evitar decepções) e surpreendê-lo com algum bônus inesperado: uma mensagem que só você e ele sabem, uma bela imagem ou "fofocas" sobre um amigo em comum. Essas situações sempre novas trazem grande alegria.

- Você tem que começar a falar como se não houvesse separação entre vocês considerando as seguintes premissas: diga-lhe tudo o que você pensa, essa é uma maneira de compartilhar experiências. Uma discussão no trabalho, uma noite fora com os amigos, o filme de ontem à noite, dor de cabeça, enfim, conte os detalhes.

- Seu parceiro está interessado em você, portanto, deverá haver total confiança e sinceridade entre ambos. Você deve estar preparado para dizer (e ouvir) tudo, até o que você não acha tão legal assim, como: "Eu conheci uma garota muito legal "ou" não me chame amanhã porque estarei ocupado".

- Se o relacionamento está esfriando ataque o problema imediatamente a fale sobre seus sentimentos de solidão que você sente e o que haveis de perder. Isso vai mantê-lo vivo e excluirá "fantasmas" que podem assombrar seus pensamentos.

- Sempre use um tom divertido e um pouco de sensualidade. Em suas mensagens, fale de sentimentos, projetos e quanto você o quer, mas também tenha um toque de humor (traga um sorriso) sempre deixando uma lembrança agradável. O mesmo se aplica ao dizer-lhe que anseia dar uns beijos (não corte esses momentos, não seja sem graça! Porque manter vivo o desejo é fundamental).

- Além da comunicação, outro "segredo" para a relação à distância é dar importância aos detalhes. Não se esqueça do dia do aniversário, de presentear de vez em quando com flores, chocolates pelo correio.

- Uma coisa bem importante também é eliminar radicalmente o ciúme da sua cabeça. Se cada comentário em novas amizades você pensar o pior terá muita dor de cabeça e desconfiança. Na verdade, você vai se cansar muito rápido, então, mantenha o controle e sempre tenha diálogo aberto com seu parceiro.


Rafaela Coronel

Título: Relacionamento À Distância

Autor: Rafaela Coronel (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Natanael

    09-07-2014 às 04:55:42

    Esse amor a distância nada mais é do que o mais verdadeiro amor porque não exige um toque físico e sim uma confiança plena na pessoa que ama.

    ¬ Responder

Comentários - Relacionamento À Distância

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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