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Quando Nos Faltam Forças

Categoria: Evangélicas
Quando Nos Faltam Forças

Uma das coisas mais maravilhosas a respeito de Deus é que ele compartilha de sua pessoa conosco. Ele nos dá uma porção de tudo o que é. Chega até a compartilhar seu poder e nos dá um meio de fazer e de ser o que não poderíamos “por conta própria”. Quem mais faria isso senão Ele? E o Senhor age assim porque nos ama.

Deus nos ama o suficiente para nos proteger com sua força.

Para ser forte onde somos mais fracas. “Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças [...]; correm e não ficam exaustos” (Isaías 40:29-31). Por causa de Deus, você nunca precisa sentir-se impotente, não importa o que esteja acontecendo em sua vida.

Muitas e muitas vezes podemos nos sentir fracas, sem um pingo de força. Nesse momento, é primordial procurarmos a Deus para que Ele nos sustente e nos ajude na caminhada. A fonte da nossa força deve estar centrada Nele. Ele é a fonte e a nossa fortaleza.

Para isso, você precisa se acalmar e esperar. Não a espera ociosa, e sim a espera confiante. Sabendo que Ele vai suprir tudo o que precisa em meio ao caos. Então, a melhor forma para se fortalecer é através de algumas atitudes:

- Orar a Ele no seu quarto e pedir aos seus amigos que orem por você (especificamente pela falta de força);
- Meditar na palavra de Deus, pois é ela que vai te animar e colocar entusiasmo, fé em seu coração;

- Estar com as pessoas que você ama, com sua igreja e irmãos. Não se isole!

É bom sempre lembrar que esses momentos passam na nossa vida. Há dias em que nos encontramos fracas, sem motivação alguma para prosseguir, mas não esqueça do quanto o Senhor já fez por você! Do quanto seu amor é demonstrado diariamente, sem nem mesmo merecermos!

Espero que quando lhe faltar forças, você mais do que nunca busque na pessoa certa em quem se apoiar e se refugiar!
Um abraço carinhoso!


Adriana Santos

Título: Quando Nos Faltam Forças

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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