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GÓLGOTA

Categoria: Evangélicas
GÓLGOTA

No silêncio do Gólgota, padecia um homem sem pecados, que dedicou sua vida a fazer o bem, que não olho o mundo com seus preconceitos e quebrou todos os paradigmas da humanidade.Em poucas palavras neste sucinto post, quero contar um pouco da historia deste homem, que para os judeus era uma fraude, mais para humanidade trouce o bem mais preciso ‘A salvação’.

Em uma noite fria, em uma estrebaria nascia uma criança, filho de um carpinteiro e de uma mulher simples, fugindo das perseguições e desafiando os preconceitos da sociedade, nasceu em uma manjedoura, aqui começa a historia de homem diferente, que nasceu para mudar o destino de todos nós.
Esse menino foi crescendo em graça e sabedoria, ele não morava em um palácio mais era rei, ele vivia entre as pessoas mais simples de sua época, experimentou os trabalhos árduos, viveu e cresceu com uma pessoa normal, o homem que era rei mais viveu com simplicidade, e dedicou a sua vida a um bem maior.Esse homem não era egoísta, não olhava as pessoas com preconceito, não tinha uma visão humana, ele era diferente de qualquer homem que já havia pisado sobre essa terra . Uns o chamavam de salvador, outros de fraude, esse homem dividia as opiniões, em alguns lugares era bem recebido em outros era rejeitado.Este homem convenceu doze homens normais, a o seguirem em sua trajetória, e os transformou nos maiores discípulos que o mundo já viu.

"Naquela ocasião os chefes dos sacerdotes e os líderes religioso do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, cujo nome era Caifás,
e juntos planejaram prender Jesus à traição e matá-lo."
(Mateus 26:3,4)
Ele se assentada e andava com a pessoa que o traria e o venderia por 30 moedas de prata, e mesmo sabendo a verdade sobre este homem o chamou de melhor amigo, ele foi descriminado por deixar uma prostituta lavar seus pés, mas por onde ele passava milagre acontecia, cegos enxergavam, paralíticos andavam, pessoas ressuscitavam, ele impactava todos por onde passava, uns o amavam outros o adiavam. Mais quem era realmente esse homem, nascido em uma manjedoura?Era homem que veio para morrer por todos nos, e nos mostrar o verdadeiro significado do AMOR.

Ele poderia ter fugido se defendido, afinal os crimes dos quais era acusado não eram seus, mais a invés disso ele escolheu o silêncio, e como um cordeiro mudo foi levado ao matadouro.Primeiro o envergonharam em placa publica, colocaram uma coroa de espinhos e sua cabeça, lhe deram uma cruz pesada, o fizeram carregá-la por toda cidade ate o gólgota, ali pregaram suas mãos e pés.O colocado em meio a dois criminosos; Mais qual eram mesmo os seus crimes?O homem que nunca havia praticado o pecado, estava pagando a conta de toda a humanidade, sentia o gosto amargo da dor, foi humilhado e desprezados pelo simples fato de amar. Mesmo naquela situação sendo açoitado, cuspido, humilhado, ele ainda conseguiu esboçar amor, perdoou os pecados de um criminoso, não sentiu raiva, rancor, nem amaldiçoou seus carrascos e mesmo sofrendo pediu o pai que os castigasse.

Naquela tarde no gólgota, o silêncio pairou, e uma escuridão se espalhou por todo mundo, o homem simples que nasceu em uma estrebaria, que viveu em Nazaré, dava seus últimos suspiros de vida.Esse homem era Jesus, que desceu de seu trono cheio de gloria pra viver entre a humanidade ele não escolheu uma vida de luxos em um castelo, ele era rei mais não tinha trono, escolheu viver na simplicidade, escolheu uma vida marcada pela renuncia, e sofrimento, amou sem limites seus acusadores, e nos deixou o maior exemplo que a humanidade já viu “O AMOR”.Sei que nossa vida aqui nesta terra e difícil, tantas renuncias, dores, sofrimentos, mais muitas vezes em nossa vida nos esquecemos do exemplo deixado pelo homem de Nazaré “Jesus”, o homem que deixou seu trono de gloria pra morrer por nós, e não se importou em ser humilhado, caluniado, e maltratado, não reclamou ao sentir o gosto amargo da dor, e levou todos os nossos pecado em uma cruz.

Nossa vida e marcada de erros e acertos, não somos perfeitos, mais não vamos deixar que o sacrifício que Jesus fez por todos nós seja em vão, que possamos lutar a cada dia para honrar o seu legado.“Ele deixou a glória, o trono, esvaziou-se, tornou-se homem, servo, foi perseguido, preso, açoitado, cuspido, pregado na cruz. Sendo Deus se fez homem; sendo senhor, se fez servo; sendo santo, se fez pecado; sendo bendito se fez maldição; sendo o autor da vida, deu a sua vida.


Wanderson Ramos Duarte

Título: GÓLGOTA

Autor: Wanderson Ramos Duarte (todos os textos)

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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