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Início > Textos > Categoria > Evangélicas > Todinho seu, meu amor

Todinho seu, meu amor

Categoria: Evangélicas
Comentários: 2
Todinho seu, meu amor

Maravilhosamente amo até me
impressiono...
onde foi que encontrei
teus olhos,
queria ver ele antes e nem
pude ver,
pois as lutas da vida
tentarem rebaixar o meu ser
não deixei isso acontecer
já que estou todo cheio de fé
vejo brilho em seus olhos.

As horas corridas se
apressam
como se não existisse
mais tempo para viver,
pois não vou te deixar...não vou negar a fé
por tanto te querer,
Nosso futuro já está plantado
é incrível
como você me aproxima de Deus
com apenas teu belo sorriso.

Colocam culpa na internet
dizendo que lá eu não poderia te encontrar
Uns até acreditam que é possível
Nem todos estão dispostos a lutar
Não é culpa da internet
por não saberem amar
e sim o vírus da dúvida
que impedem muitos de se realizar.

Outros irão nos respeitar
mas não só isso, vão também praticar
as ondas de nossa oração
fazem a nossa aliança nunca se quebrar
e tudo que perdemos neste mundo
numa só entrega podemos recuperar
Estou on-line
onde você está?
se não te vejo por perto
Sei que dentro de mim sempre vou te guardar.

Deus nos honrou,
desapareceu a minha dor
nesta sinceridade
de nossa alma sedenta,
que o mundo não soube cuidar
Deus nos criou
para amar e valorizar
a fé e o mais íntimo espiritual
e afastar da nossa vida
tudo o que um dia nos fez mal
meu grande amor,
como o teu cuidado, nunca vi igual.

Sorria meu amor,
Sorria.

Amanhã quem sabe
será o nosso melhor dia,
quando a doce e sincera emoção
for de te encontrar
e nós dois pudermos,
enfim, nos amar.

Vou amar tudo o que você é
que ninguém soube amar
Em Tudo meu amor
Prometi a Deus te valorizar.

És o amor que nunca recebi antes
Sua presença me ajuda a crescer
Minha vida dedicarei a cuidar de ti
Na certeza de que nosso louvor nunca terá fim
Obrigado pelo seu amor que aceitou meus espinhos
Juntos nunca nos perdemos no caminho.

Você fez meu coração te encontrar
E te confessar que sem você não sou feliz
E dizer pra todo mundo que o amor faz a gente ser Feliz
Peço a Deus, Aliança pra nós dois, a tua unção
E que o amor nos una num só coração.

Tenho fome da tua palavra, da tua voz, do teu sorriso,
e ando pelas cadeiras da igreja sem me esquecer, sou amado,
não me sustento sem nossa comunhão, és a aurora que me conecta a Deus,
busco no dia me inspirar em seu olhar, és o som da minha canção,
Obrigado por ajudar a estar de pé.
Estou faminto do teu riso edificante,
das tuas mãos que enchem o celeiro,
o celeiro do meu coração de carinho,
tenho fome de cuidar da pedra preciosa que você é,
quero estar perto de ti, sentir na pele como é ser amado.
Quero me encher do raio da sua fé e do poder de sua oração
o meu íntimo arde ao contemplar a tua formosura,
o pedaço soberano do rosto mais lindo,
quero preencher a minha vida feliz das tuas falas,
e faminto venho e vou orando no cenáculo
à tua procura, procurando o teu coração contente
como uma fonte que ultrapassa o limite da emoção.


Natanael Genoel

Título: Todinho seu, meu amor

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • NATALIA

    27-06-2014 às 18:57:03

    Muito linda a mensagem arrebentou

    ¬ Responder
  • Natanael

    28-06-2014 às 04:08:00

    Com certeza quando a inspiração é de Deus sai linda e perfeita.

    ¬ Responder

Comentários - Todinho seu, meu amor

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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