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Entrega Total a Deus

Categoria: Evangélicas
Comentários: 1
Entrega Total a Deus

“Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza.” (Daniel 9.3)

Deus só pode responder a uma oração, súplica, busca ou clamor, caso Ele encontre uma entrega total de alma da pessoa diante de seu Trono. Como Deus vai atender a todos os que buscam de qualquer maneira? Quem quer ter um encontro pessoal com o Senhor Jesus necessita aprender a se entregar por completo diante de Deus. Não adianta nada jejuar se o coração não estiver disposto a agradar a Deus e desagradar o mundo e seus prazeres.

Não adianta nada buscar ao Espírito Santo se não for com todas as suas forças. Não adianta nada orar sem haver sacrifício espiritual de nossa parte. O fato é que Deus desce depois que buscamos a sua face de maneira sincera, objetiva e por completo. Deus só concede o seu Santo Espírito para aqueles que se entregam 100% em suas mãos. Deus é Justo e reage de acordo com as nossas atitudes.

Faça como Daniel, escolha viver em santidade ao Senhor Deus buscando a sua presença com oração e súplicas, jejuando não só em alimentos, mas sobretudo em sua mente, seus hábitos, seus costumes, isto é, tudo o que te alimenta por dentro. Se alimente das coisas de Deus e veja a diferença em sua vida.

A oração é o nosso contato íntimo com Deus operado pela nossa fé viva. Orar qualquer pessoa ora, mas ser respondido em cada oração somente aqueles que vivem uma vida digna e reta diante do Espírito Santo. Daniel orou e Deus atendeu a ele porque permaneceu na justiça e fidelidade ao seu nome mesmo diante as perseguições e provações. Entenda uma coisa: A oração não abençoa, e sim nos fortalece! O que nos abençoa é o nosso sacrifício espiritual diante do Senhor Jesus. É aquilo que dói dentro de nós que faz o Senhor Deus nos responder. Quando abrimos mão de algo para agradar ao nosso Senhor Jesus como resultado provamos o nosso amor a Ele na prática assim como Ele provou por nós na cruz se sacrificando.

A oração revela a nossa comunhão com Deus e com a sua Palavra e por intermédio dela é possível sim alcançar milagres, porém somente seguidas de uma atitude de fé porque nada acontece se ficarmos só na oração. Reconheça o poder da oração em sua vida espiritual e mantenha mais contato com o Senhor Deus e assim Ele terá o prazer de te responder. Amém amigo leitor?

Muitos suplicam a Deus por bênçãos e mais bênçãos. Suplicam por um bom trabalho, pela saúde na família, pelo livramento, por uma vida amorosa abençoada e outros pedidos pessoais. Não estão errados em fazer isso. O erro está em suplicar a Deus por coisas materiais sem atender ao valor espiritual que Deus colocou dentro de cada um de nós. Se valorizarmos os nossos sonhos e ideais acima de Deus fica impossível de sermos realizados em nossos projetos. Você tem buscado adorar a Deus pelas bênçãos que Ele pode te trazer ou pela bênção que Ele pode gerar dentro de seu interior?

Deus atende a nossa necessidade mediante a nossa mais sincera súplica. E Ele não rejeita aqueles que cujo coração é puro e se rasga diante dEle em total clamor. Quem busca ter um encontro com Deus suplica com sinceridade e justiça sem olhar para mais nada pessoal e sim agradável ao Espírito Santo. Nada é comparado a salvação que é alcançada quando você entrega a sua vida por total e completo na mão de Deus. Do que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Busque as coisas de Deus primeiramente com toda a sua fé e as demais necessidades que Deus já conhece Ele te supre em cada momento, em cada tempo.

E o jejum é uma das maiores provas de que cremos no Senhor Jesus. Você sabia disso? No jejum tanto físico ou material quanto espiritual(mental) estamos mostrando para Deus que confiamos em seu agir mediante a nossa atitude. Estamos usando verdadeiramente a nossa fé não com palavras, mas com atitudes por meio do jejum que é sacrificial. Só tem capacidade de jejuar a pessoa que realmente é do Espírito ou que deseja ardentemente pertencer ao Reino de Deus. Quem reconhece que não é nada e se entrega por completo a Deus vive em constante jejum dentro de si mesma.

Jejuar com pano de saco e cinza quer dizer que é preciso que reconheçamos a Grandeza do Espírito Santo em nossa vida e que nunca venhamos a esquecer de que se não fosse a tua graça e misericórdia aqui não estaríamos para contar ou viver a nossa história. O pano de saco e cinza revela quem realmente somos sem a presença de Deus, restos, lixos e entulhos. Viver sem a presença de Deus é lançar a própria vida no chão para ser pisada pelos homens, pelo diabo, pela sociedade, pela família, ou seja, pelo mundo inteiro. Será que realmente vale a pena fazer isso? Jejue! Se entregue aos pés do Senhor Jesus. Se lance na presença de Deus acima de tudo.

Portanto, é impossível alcançar a salvação sem entregar a própria vida negando os prazeres momentâneos que a nossa carne e este mundo perdido oferece. E não adianta nada fazer algo com Deus de maneira relaxada, pois Deus conhece o coração de cada indivíduo. Se for para buscar, busque de todo o seu coração e com todo o seu entendimento. Se for para orar, ore com toda a sua sinceridade e procure se esvaziar de tudo para louvar o nome de Jesus Cristo. Se for para suplicar, entregue a sua vida por inteiro diante de Deus. Amém pessoal?

Se for para jejuar, não jejue com peso na consciência ou por obrigação religiosa e sim com amor, temor e fé. É importante fazer tudo isso com o intuito de glorificar a Deus em seu próprio corpo. Deus tem o prazer de morar dentro de nós, mas o nosso corpo que é o templo do Espírito Santo precisa viver em constante sacrifício para que haja uma limpeza diária onde Deus tenha o prazer de permanecer.

Deus não quer visitar a sua vida! Ele quer morar para sempre dentro de seu coração, dirigir os seus passos e tomar os seus pensamentos. Mas para que tudo isso aconteça é necessário uma atitude sua de obedecer a sua ordem que é justa e fiel.


Natanael Genoel

Título: Entrega Total a Deus

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • willis gomes teixeira

    12-11-2014 às 19:51:14

    acho interessante nos seres humanos que aprendemos a conquistar coisas na vida ,chegar em locais incríveis mais olho pra mim mesmo e vejo se não aprender a viajar para dentro de mim mesmo daria a voltas ao mundo e estaria no mesmo canto .Caminhamos fim onde os vencedores só verão a gloria de Deus guando reconhecerem que dependem dele totalmente, esses sim acharam a imortalidade na vida eterna.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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