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Os Filhos do Espírito Santo

Categoria: Evangélicas
Os Filhos do Espírito Santo

"Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se, de fato, o Espírito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele." (Romanos 8.9)

O que muitas pessoas não sabem é que há uma enorme diferença entre ser filho espiritual e filho carnal. Neste artigo vamos entender perfeitamente sobre o assunto. Como pode uma pessoa que ama a pornografia ser filho de Deus? Como pode um indivíduo que vive falando mentiras ao seu próximo ser filho de Jesus Cristo? Como pode uma pessoa que pratica tudo o que é errado ser considerado filho espiritual? Isso não faz sentido. Pelos frutos conhecemos perfeitamente a árvore, se é boa ou ruim. Esse tema é tachado como antiquado pela maioria das pessoas e sabe qual é a razão? Porque boa parte das pessoas desprezam as coisas espirituais, são rebeldes para com o caminho certo e são cegas ao seguir aquilo que só traz problemas para a sua vida. É evidente os resultados negativos que a vontade carnal tem gerado na atualidade. Os filhos do Espírito não atraem maldições e sim priorizam Aquele que abençoa. A família do nascido de Deus é exemplar e seus frutos são de paz, amor e alegria.

Naturalmente, quando a pessoa nasce de novo em sua vida espiritual tem autoridade para vencer todos os problemas, dominar suas vontades erradas e tomar posse das bênçãos de Deus. Todos nós passamos por lutas, mas aquele que é filho do Espírito não teme as suas dificuldades. Como pode uma criatura que pratica relações sexuais com diversas pessoas diferentes ser ao mesmo tempo filho de Deus? Como pode alguém ser viciado no mundo das drogas e ao mesmo tempo ser filho do Espírito? Como pode o indivíduo ser filho de Jesus Cristo se tem praticado tudo o que é errado? Impossível! Para ser filho de Deus a pessoa deve andar na vontade espiritual. Quem agrada a sua carne destrói a sua própria alma. Quer ser filho de Deus? Negue a sua carne! O único jeito de lidar bem com as dificuldades é se tornando filho espiritual. O número de pessoas que praticam a vontade da carne, ou seja, que vivem no pecado cresce cada vez mais justamente por conta que o caminho para a perdição é longo e espaçoso. Os Filhos do Espírito possuem o completo acesso a Deus tanto quanto aquele que se arrepende do pecado tem, mas eles vivem a plenitude de Cristo. Tudo o que Deus promete o nascido do Espírito vivencia em seus caminhos.

O problema do ser humano é achar que o pecado é algo comum e que Deus sempre nos perdoa. Deus ama o pecador, mas abomina suas práticas erradas. Quem vive para as suas vontades terrenas não se encontrará com Deus nos céus. Só entra no Reino de Deus quem é filho do Espírito. Cada vez mais vemos jovens se perdendo no mundo das drogas, da prostituição e da marginalidade. E por que isso acontece com tanta facilidade? Porque não se rendem ao Espírito que é o caminho da dificuldade. A porta para o caminho certo é estreita. Pouquíssimos entrarão por ela. O mundo é pecaminoso e tudo o que é errado se espalha com facilidade. Nem todos os que estão dentro da igreja são filhos do Espírito. Somente é filho de Deus aquele que anda na verdade sacrificando os seus próprios desejos carnais para viver na vontade sagrada de Deus. Enquanto a pessoa não se casa com Deus continua vivendo na vida errada. Casar com Deus exige o compromisso de viver em uma só vontade com Ele e para praticar isso é necessário renunciar tudo o que nosso querer tanto gosta para honrá-Lo.

Aceitar ao Senhor Jesus não é o suficiente. Crer em Deus não é o bastante para que você se torne filho de Deus. É necessário morrer para as suas vontades e viver a justa e perfeita vontade de Deus. O perigo não é viver sem Jesus Cristo e sim morrer sem viver com Ele. Quem vive as paixões desta vida está desprezando a sua herança espiritual na Glória de Deus. O salário de uma vida errada e longe do amor de Deus é a morte eterna em total sofrimento. Não queira correr o risco de sofrer por algo que você está sendo alertado. Existem muitos perigos para aqueles que insistem em viver na carnalidade e um dos piores é a perda da própria vida. Não se pode aceitar que a prática do pecado é algo normal e inofensivo porque se assim o fosse não teriam tantas pessoas morrendo tão tragicamente neste século. Só porque os outros fazem não quer dizer que você tenha que fazer. Não caia no modismo da carne! Viva para o seu Espírito. Desperte a salvação que há dentro de seu coração. Quem vive consumindo a sua vida naquilo que provém da carne(diabo) não poderá alcançar o Espírito(Deus).


Natanael Genoel

Título: Os Filhos do Espírito Santo

Autor: Natanael Genoel (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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