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Como desintoxica o fígado?

Categoria: Saúde
Comentários: 1
Como desintoxica o fígado?

As toxinas entram no corpo através de alimentos, água, pele e por inalação do ar.
As mais habituais são os pesticidas, fármacos, produtos químicos e poluentes na água que passam para a corrente sanguínea.

O papel principal do fígado é filtrar o sangue, a fim de remover as toxinas, caso contrário elas provocam inúmeros problemas na saúde.

O álcool intoxica o organismo, assim como o tabaco e o químico dos fármacos, deste modo deve ser evitado o mais possível.

O desempenho do fígado é crucial para transformar as toxinas lipossuluveis em hidrossulúveis, que são libertadas através dos rins, sendo estas iliminados pela urina, ou pela bílis através do cólon.

As toxinas são absorvidas pelos intestinos, sendo neutralizadas, ou convertidas numa forma mais quimicamente ativa que é depois neutralizada.

O fígado transporta as toxinas para fora do corpo, no entanto se este for preguicoso, acumulam levando a stress oxidativo e à inflamação.

As toxinas que não são eliminadas pelo fígado, em virtude de este estar eventualmente doente são armazenadas em tecidos gordos, o que constitui um problema. Se for durante muito tempo, a sua lenta libertação volta à corrente sangúinea e pode originar várias doenças.
Todas as toxinas, que entram no organismo vêm de diversas formas e tamanhos, mas todas elas têm de ser processadas pelo fígado, para sua excreção.

Este órgão produz também proteínas que são necessárias para o sangue coagular, e transportar nutrientes pelo corpo.

Convêm evitar ao máximo consumir tabaco, drogas e álcool para não entupir o corpo de toxinas difíceis de eliminar. Além disso sobrecarregam o fígado, provocando intoxicação.

O mesmo se diz em relação ao abuso de medicamentos e outras substâncias nocivas ou ao contato com detergentes, pesticidas, ou poluentes.

O fígado é um órgão importante como os pulmões ou coração, por isso deve ser bem tratado, para desempenhar bem as suas funções.

O desempenho perfeito dele é crucial para evitar muitas doenças.

Além de ser um órgão complexo é bastante sensível, e no caso de doença é muito perigoso.
A alimentação deve ser cuidada e selecionada de modo a não sobrecarregar o fígado com tóxicos. Além disso deve tornar-se a digestão fácil, comento alimentos digeríveis e vitaminados.

Para melhor eliminar as toxinas deve ainda beber-se água em abundância, para ajudar neste processo.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Como desintoxica o fígado?

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoTeresa Maria Batista Gil

    09-08-2012 às 17:35:14

    O fígado é um órgão muito sensívil e vital, no nosso organismo. Devemos tratá-lo o melhor possível, a fim de ele desempenhar bem as suas funções. O seu principal papel é filtrar as impurezas através da pele.O bom desempenho do fígado é muito importante para evitar toda a espécie de doenças. Como?. As toxinas entram no corpo através dos alimentos ,da água e por inalação de todo o tipo de tóxicos. São estas toxinas que provocam doenças.Se as toxinas não forem corretamente eliminadas pelo fígado, acabam por entrar na corrente sangúinea. Ao fígado cabe o papel de as remober dessa corrente, a fim de não causarem distúrbios no organismo.O fígado transforma as toxinas lipossulúveis em hidrossolúveis, para que sejam eliminadas através dos rins, pela urina, ou bílis, através do cólon.São as enzimas que decompôem quimicamente as toxinas, que são absorvidas pelo aparelho digestivo.O fígado quando está saudáve, deve produzir cerca de um litro de bílis por dia, para transportar toxinas para fora do organismo. Mas se este ficar doente ou for preguiçoso, as toxinas, acumulam-se, causando oxidação e stress.O fígado contêm vasos capilares que transportam os nutrientes e oxigénio da veia e da artéria hepática através dos hepatócitos e que voltam à veia central. os hepatócitos produzem bílis e segregam-na para canais.As células predominantes do fígado são os hepatócitos, que compôem cerca de 80% da massa deste órgão. estes t~em a função de executar funções metabólicas e endócrinas, bem como fazer a sua desintoxação.As toxinas vêm em diversas formas e tamanhos, mas todas elas têm que ser processadas pelo fígado. Deve beber-se cerca de dois litros de água por dia, para facilitar a eliminação das toxinas e resíduos.As toxinas que não são eliminadas, regressam à corrente sanguínea e acabam por ser armazenadas em tecidos gordos, dando origem a doenças e gordura local. deve facilitar-se a sua eliminação.Beber chás de ervas em quantidade ou água e sumos facilita a eliminação dos tóxicos e limpa as veias.Por isso deve beber-se muito ao longo do dia e comer saladas e sopas.Os alimentos leves e fácilmente digeríveis são os melhores para manter a saúde do fígado. Este é demasiado importante e não deve ser sobrecarregado com gorduras, óleos e açucares, que entopem as veias e não são eliminadas com facilidade.O ideal é escolher os alimentos mais saudáveis e leves e comer em pouca quantidade. Vale mais distribuir os alimentos em pequenas porções .

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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