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Início > Textos > Categoria > Literatura > LIBERDADE

LIBERDADE

Categoria: Literatura
Visitas: 40
LIBERDADE

Por que não posso percorrer esses caminhos?
Por que não me deixam andar sozinho?
Por que estou preso a regras e conceitos?
Por que meu mundo não é perfeito?

Será que não tenho braços, pernas e uma cabeça que pensa?
Será que minha cabeça não pensa o que me determinam?
Será que não posso trilhar sozinho, qualquer caminho?
Ou será que sou diferente.

O que tenho de diferente,
Minha alma reclama liberdade,
Minha pele não tem cor,
No bolso ao invés de dinheiro, carrego amor.

E se o amor que carrego no bolso,
Vier do meu coração,
Sou pobre então?

Se o dinheiro é maior que o amor,
Com certeza sentiremos dor,
E a grana que calar o amor,
Com certeza nos trará pavor.

Pavor da fome que não ajudaremos a sanar,
Pavor da doença que não lutaremos pra curar,
Pavor das lutas que teremos de enfrentar.

E na esquina ali adiante,
No caos que prega o dinheiro insano,
Serviremos ao desejo medonho,
Que adestra o pensamento.

Se a grana quer que roube meu irmão,
Paciência meu amigo,
Ela sempre terá razão.
Se a grana quer enganar minha cabeça,
No ato trocarei meu pensamento por submissão,
E sem medir consequências vou ceder à sedução.

Quando seduzido estiver,
Perderei a razão,
E o caminho que pensava trilhar,
Contaminado vai estar.

Enfim quando percorrermos toda estrada,
Chegaremos a nada,
E do fundo de nossa alma,
Brotará a plena certeza,
Que se aproximar da grana e abandonar o amor,
Nunca valerá a pena.

Que bom te ver liberdade,
Senti saudades,
Agora sei que o melhor em mim,
É a busca pela diferença,
De fazer diferença,
De viver a diferença,
De seguir meus próprios caminhos,
E nunca me sentir sozinho.

Mesmo que as amarras me prendam aqui,
Meus pensamentos vão voar,
E sempre por liberdade vão lutar.

Agora sei que sou livre para seguir qualquer caminho,
E mesmo que as curvas me empurrem de volta,
Sempre buscarei alcançar minha proposta.

Posso sim andar sozinho,
E caso não percorra o melhor caminho,
Com certeza estarei cumprindo meu destino.

Abandono regras e conceitos,
E sei que o que é direito,
Não encontro em pré-modelo,
Mas levando a vida com zelo.

Não existe mundo perfeito,
Mas posso tratar a todos com respeito,
E tentar levar como lição,
Todas as coisas boas que viverei nessa missão.

Ter liberdade não significa ter grana,
Para ser bacana não precisa ser padrão,
Para ser livre não precisa solidão.

Ser diferente não representa desigualdade,
Posso ser igual na desigualdade,
Tenho o que todos têm, vida.

Se não acredita em você,
O que do outro vai querer,
Liberdade só pode ter,
Quem valorizar o verbo viver.


Maria Cecilia Barbosa de Oliveira

Título: LIBERDADE

Autor: Maria Cecilia Oliveira (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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