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Batimentos do Coração

Categoria: Literatura
Batimentos do Coração

Em Casa

Em casa condeno sua ousadia

De um dia aproveitar que não voltarei

Tão cedo para casa para o meu coração saquear,

Promover um roubo de pedras das mais preciosas

Fazendo de algumas relíquias perdessem o seu valor,

Perdessem o que de bom elas poderiam à você conceder,

Mas agora que em casa a tristeza desse seu ato

De desrespeito chegou para me embrulhar e

Dar de presente a quem nunca jamais vi e ouvi falar,

Por ti quem me rouba ou por alguém que próximo seja,

Roubando de mim a eternidade como fruto do

Nosso amor,

Nossa história que existia e que agora acabou,

Como o meu coração que se partiu em mil pedaços,

Como a imagem de um grande lustre se quebrasse.

Ser Capaz

Ser capaz de amar quem

Despreza o meu amor,

De perdoar quem um dia nas drogas

Se jogou querendo que de cabeça você caísse,

Quem te julga pela dor que o causa

Por tanto amar quem um outro alguém se perde

Na imensidão do universo

Sem deixar-se levar pela escuridão,

Fugindo da depressão que mesmo no

Labirinto da paixão,

Entregou-se de bandeja às mãos da perdição,

Capacitado pelo ódio e o rancor.

Aquele Abraço

Aquele abraço tão apertado

Que lhe dei com demonstração do meu amor

Que como no incêndio me destroça por dentro,

Tirando de mim toda a incerteza desse amor que sente

Sem ser por mim mas por alguém que ainda não conhece ou

Não apenas e simplesmente não aceita que já o conhece e

Não o aceita por o ver como um amigo ou

Por o ver como amigo aquele que nunca será capaz

De um dia te abandonar para sempre embora fale que um dia vai,

Mas que se vê impedido pelo amor que tanto incendeia o coração

Provocando feridas e marcas na alma que nunca se vai

Cicatrizar ou sumir.

A Sombra

À sombra que persegui sua alma

Por tão poluída devido a seus atos de repúdio

Ao nosso amor que pelas razões do destino

Nos fazem sempre trombar de maneira tão brusca

Nós dois,

Que nos faz se perder ao tentar entender

E compreender chegando à fonte dessa escuridão,

Uma saída desse labirinto de ilusão,

De depressão e

Tudo que me faz lembrar de meus ilusórios sonhos

De me perder com você nessa imensidão.



Quero Mais

Quero mais paz no sub-mundo

Das guerras sangrentas e

De guerrilhas à mão armada que

Não o fosse com o calor de uma eloquente paixão,

Que aprisiona a depressão

Em sua própria escuridão que

Com requinte de crueldade,

crucificado pela solene paixão que

Incendeia o coração deixando pequenos e

Notáveis sinais de luto e de glória,

De tristeza e alegria,

De infelicidade e felicidade.



Carcaça

Carcaça é o coração de quem fuma

Devido ao incêndio do pulmão,

É a alma de quem o caminho errado

Resolveu trilhar

Sem imaginar que um dia

Aquilo poderá transformar além de si,

Mas quem ao seu lado está

[...]

É de quem se joga com tudo

No mundo das drogas que é como estar

De passagem pelo inferno,

Sem notar e se aprisionar nos pesadelos

Mais ricos de sarcasmo e

Inferioridade.


Kaique Barros

Título: Batimentos do Coração

Autor: Kaique Barros (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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