Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > DVD Filmes > O bem é progressão geométrica

O bem é progressão geométrica

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: DVD Filmes
O bem é progressão geométrica

Isso é o que se aprende quando se assiste ao filme “A Corrente do bem”(no Brasil) ou “Favores em Cadeia”(em Portugal). É um filme dramático, feito para emocionar o espectador, mas, sobretudo, para dar uma lição de esperança: se você fizer o bem e quem receber este bem o passar adiante, ele se espalhará e voltará de alguma forma para você.

Este é o jogo proposto pelo menino Trevor McKinney, vivido por Haley Joel Osment na história, ao realizar uma tarefa proposta na aula de estudos sociais. Seu professor, Eugene Simonet, interpretado pelo ator Kevin Spacey, solicita a tarefa de observar o mundo ao redor e criar um projeto que possa melhorar a realidade das pessoas e, com isso, mudar o mundo.

Surpreendentemente o menino, proveniente de uma família desestruturada, de mãe alcoólatra (Arlene, estrelado por Helen Hunt), avó solitária, não muito bem aceito pelos amigos, com um pai violento que bate na mãe, consegue levar adiante um projeto para mudar a vida de muitos ao redor, inclusive de sua mãe e de seu professor de estudos sociais.

A proposta desenvolvida por Trevor é muito simples: fazer um bem, um favor a três pessoas com a única intenção de que elas retribuam esse auxílio a mais três pessoas e assim sucessivamente numa progressão geométrica que atingiria o mundo todo. E assim, jogando o Pay it forward (Passe-o adiante), o menino consegue ver modificada a vida das pessoas que mais ama.

Porém, como, por incrível que pareça, o bem por vezes não é obrigação, é motivo de notícia, de destaque, o jovem Trevor passa a ser seguido por um repórter modificando a seqüência da trama e causando o inesperado final da história.

A Corrente do bem é um filme emocionante, com uma ideia positiva e possível para modificar tanta hostilidade e intolerância em que estamos presenciando no mundo hoje. Que tal adotar o Pay it forward em sua vida?

Há alguns críticos que não consideram o filme uma boa produção devido à direção de Mimi Leder, alegando ser uma produção sem grandes recursos estéticos, dramático em excesso, superficial e pouco realista. O que tenta qualificar o filme, segundo a visão destes críticos, são os excelentes atores e a ideia que propõe o roteiro.

Mas aos expectadores, sensíveis e carentes de boas ações que envolvam o seu ser e mudem a sua perspetiva de mundo, o filme representa uma forma de sublimação da emoção. É a possibilidade de fazer mais ao próximo e a si mesmo. Sair da acomodação e realmente fazer a diferença no mundo. Para alguém e para si próprio.


Rosana Fernandes

Título: O bem é progressão geométrica

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

Visitas: 0

648 

Imagem por: batega

Comentários - O bem é progressão geométrica

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: batega

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios