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Jarros e rosas brancas

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Bricolage Jardim
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Comentários: 1
Jarros e rosas brancas

O conforto e aconchego da casa é fundamental para a saúde e bem - estar pessoal e social das pessoas em geral. Por isso a sua decoração é um fator primordial e contribui para uma boa fatia das despesas da família. No entanto ressalta-se que ela faz parte de coisas importantes na vida de todos dado que ninguém pode viver sem casa e algum conforto. Quando se adquire uma casa, loja ou escritório é necessário decorá-lo a gosto de acordo com as possibilidades de cada um e a funcionalidade de cada divisão a utilizar.

As cores, móveis, cortinados, tapetes e mobiliário contribuem muito para a beleza da casa ou outra. Os quadros embelezam muito as paredes tal como os jarros e vasos decorativos para colocar nas mesas e recantos. Eles devem ser também apropriados ao local e modelo das mobílias e cortinados. As cores devem ser bem combinadas para fazer sobressair os objetos decorativos tais como vasos de porcelana, vidro, barro e outros materiais utilizados na decoração.
Já desde a antiguidade clássica, Grécia e Roma se fabricavam lindíssimos objetos de porcelana com motivos e figuras lindíssimos.

Ainda hoje perduram e se vendem em lojas chinesas e outras tendo sido cada vez mais diversificados os seus materiais e cores. Deste modo é muito usual o seu uso porque em quase todas as casas e escritórios se vêm lindas jarras com flores. Para não falar em qualquer evento, escolas, hotéis, cafés e restaurantes. Elas ficam bem em qualquer lugar seja com flores naturais ou secas. Em épocas especiais de Natal, Páscoa, aniversários é normal reforçar-se o seu uso com flores adaptadas à época. Como existem flores durante todo o ano os arranjos florais podem ser diversificados. No entanto nada mais belo do que observar uma bonita jarra com flores brancas que trazem uma energia de paz.

O mesmo se pode dizer em relação às outras flores que com as suas inúmeras cores dão uma harmonia, cheiro e energia diferente aos ambientes onde se colocam. Para além de embelezarem elas têm o dom de avivar e despertar sentimentos associados a cada espécie. Por isso são utilizadas sempre em ocasiões especiais desde as festivas a eventos ou a outras de nível mais pessoal e intimo como as celebrações de amizade, amor ou aniversário. Para isso elas devem sempre acompanhar um lindo jarro com motivos bonitos, cores diferenciadas ou apenas um bonito jarro liso preferencialmente com rosas brancas.

Teresa Maria Batista Gil

Título: Jarros e rosas brancas

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: *clairity*

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    15-10-2014 às 03:31:12

    Nosso ambiente, de fato, fica mais bonito com flores bem decoradas por todo o espaço! Ainda mais, ao utilizar jarros e rosas brancas. Você pode combinar com outros itens e cores, como a cor verde ou lilás.

    ¬ Responder

Comentários - Jarros e rosas brancas

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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