Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Bricolage Jardim > Faça com que as suas plantas sobrevivam ao Inverno

Faça com que as suas plantas sobrevivam ao Inverno

Categoria: Bricolage Jardim
Comentários: 1

As plantas não sobrevivem, por norma, ao Inverno. As temperaturas baixas, a força do vento e a humidade excessiva do ar congregam-se fatalmente para cobrir todo o ambiente, incluindo as plantas. Mas saiba o que pode fazer para salvar algumas delas.

Algumas técnicas simples revelam-se bastante úteis quando se trata de salvar ou conservar uma planta. O «mulching» é uma delas e consiste na aplicação de serradura, casca de pinheiro, relva cortada, palha, musgo ou caruma ao toro das plantas (devendo deixar-se alguns centímetros livres para que a planta possa respirar). Antes da aplicação deve-se retirar todas e quaisquer ervas daninhas e esta técnica destina-se, essencialmente, a proteger as raízes do frio intenso. A aplicação de «mulch» deve manter-se durante todo o Inverno. Todavia, é necessário verificar regularmente se a terra se encontra húmida, pois pode correr o risco de secar e, tal acontecendo, em combinação com o gelo, pode revelar-se fatal para a planta. Logo, a rega nestes casos é fundamental.

Outra técnica bastante utilizada é a coberta. Colocam-se algumas estacas em torno da planta e cobre-se a mesma quando se prevê que vai, por exemplo, nevar ou gear. A cobertura deve ser um pano simples de algodão, uma serapilheira, uma tela ou um cobertor – devem evitar-se os plásticos e similares, pois impedirão a normal respiração da planta. A coberta deve ser removida sempre que ocorra chuva (desde que não muito intensa) e dever-se-á evitar que a mesma fique em contacto com as folhas, pois a acção do gelo poderia «colar» as folhas. Enquanto durar o Inverno, as estacas poderão manter-se no lugar, de maneira a colocar-se a coberta em função da variação do tempo.

Outra técnica eficaz designa-se de «tampa de neve» e é aplicada não por si… mas pela Natureza! Em climas mais frios, as plantas estão já preparadas para receber alguma neve, que funcionará como agasalho para a planta, desde que o peso não se revele excessivo. Neste caso, deve retirar-se a neve em demasia, para evitar que a planta se parta ou se deforme; tenha, no entanto, cuidado para não a remover por completo.

Finalmente, pode «mudar» as plantas mais sensíveis (e não adaptadas ao frio) para um vaso que colocará dentro de casa, ao abrigo das intempéries. Lembre-se também que as plantas que contêm seiva circulante nos seus ramos, podem suportar temperaturas até -2ºC. Por outro lado, se reparar que as suas plantas estão cobertas de gelo, regue-as antes de aparecer o sol, de forma a evitar o choque térmico – não é o gelo que causa a queimadura, mas sim a diferença súbita de temperatura.

Cuide das suas plantas no Inverno e transforme-as em seres vivos mais felizes!


Isabel Rodrigues

Título: Faça com que as suas plantas sobrevivam ao Inverno

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

Visitas: 0

785 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    16-10-2014 às 23:26:20

    Adorei as dicas para fazer as plantas sobreviverem no inverno. De fato, nessa estação é sempre bem complicado, mas com essas técnicas, tudo fica maravilhoso!

    ¬ Responder

Comentários - Faça com que as suas plantas sobrevivam ao Inverno

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios