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Como transportar animais domésticos em viagens aéreas

Categoria: Animais Estimação
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Como transportar animais domésticos em viagens aéreas

É preciso estar atento às condições de condução do animal de estimação quando se pretende transporta-lo a fim de evitar um mal-estar e um desconforto no animal. Dependendo do tipo de transporte que se pretende fazer, medidas devem se tomadas para garantir um deslocamento tranqüilo e seguro tanto para o animal quanto para o dono.

Em viagens aéreas os animais devem ser transportados no bagageiro do avião onde a temperatura média é de 22°. Na maioria das companhias aéreas o animal de estimação não pode viajar nas cabines. Mas para as empresas que permitem que o animal viaje junte ao dono a exigência é de que ele seja transportado em bolsas específicas para este tipo de deslocamento ou em jaulas apropriadas. Os cães-guia têm livre acesso às cabines para auxiliar suas companhias na locomoção dentro do transporte, não necessitando nenhuma proteção específica.

Os pré-requisitos para garantir a viagem do animal são garantir que o animal está em bom estado de saúde, não está gestante e, principalmente, estar seguro em uma gaiola de boa qualidade. É solicitado que haja uma distância de dez centímetros entre animal de pé e teto da jaula. Além disso, os dados do animal devem ser passados para a companhia aérea. Sua raça, sua idade, seu peso devem ser ditos, além do peso e dimensão da jaula. Um documento que comprove a propriedade do animal também é requerido.

Essas determinações variam entre as companhias, mas geralmente o limite máximo de animais a bordo é um na cabine e dois no porão por passageiro, entretanto há empresas que só aceitam dois animais a bordo. O que gera uma necessidade de reservar o local do animal no voo. Em companhias que aceitam o animal nas cabines, a gaiola deve ter até um metro e quinze centímetros de altura. É preciso também que veterinário disponibilize um atestado sobre o animal, que deve estar com as vacinas em dia, especialmente a antirrábica, devendo esta ser tomada pelo menos trinta dias antes da viagem.

Em muitos casos é aconselhável dar ao animal, com indicação veterinária, um tranquilizante. As empresas aéreas não se responsabilizam por danos que possam ocorrer ao animal durante a viagem. Durante o transporte não é indicado que o animal tenha comida na jaula e nem que seja coloca areia dentro dela. No primeiro caso porque os animais vomitam e no segundo porque a caixa de areia pode virar. O melhor é forrar a jaula de jornal.

As empresas aéreas cobram taxas que variam de companhia para companhia dedicadas ao transporte do animal. O tamanho da jaula também é determinado pela companhia. Mas todas concordam que as dimensões da jaula devem permitir que o animal possa se levantar, se deitar, girar e se movimentar dentro dela. É preciso se informar antes. Filhotes, quando muito pequenos devem ser transportados junto à mãe na mesma gaiola, desde que não sejam em grande número.

Muitas empresas exigem o passaporte do animal que deve ser providenciado com antecedência. Esse documento deve conter informação sobre a antirrábica, além de descrição do estado de saúde do bicho. Em algumas empresas o animal necessita ter uma tatuagem que o identifique.

Diante do exposto, é prudente verificar todas as exigências da companhia aérea e providenciar todos os documentos e o transporte necessário para o deslocamento. Apresnete a gaiola ao animal antes da viagem a fim de que se familiarize, anote o nome do animal e o tipo de alimentação adequada a ele na gaiola. Devido a enjôos é aconselhável não dar bebida ou comida ao animal de estimação antes do vôo.


Rosana Fernandes

Título: Como transportar animais domésticos em viagens aéreas

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Imagem por: jon_a_ross

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Comentários     ( 7 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatização

    22-10-2012 às 09:56:20

    Burocracias.... mais vale a pena arranjar uma gato ou cão-sitter.

    ¬ Responder
  • Roberto

    04-10-2012 às 19:41:22

    Para quem vai viajar para o exterior de avião com o seu Pet, recomendo os serviços da Flying Pet.
    www.flyingpet.com.br

    ¬ Responder
  • Sonia Maria TorresSonia Maria Torres

    25-01-2011 às 17:04:04

    Acho que estou com um problemão. Até o final do ano estou saindo do Rio para Natal-RN e vão comigo meus sete gatos e uma cadela. Ainda não achei a solução mas espero sugestões que quem já teve que transportar por avião tantos bichinhos de uma vez só Por favor, me mandem soluções principalmente de quem já passou pelo problema. Muito agradecida, Sonia.

    ¬ Responder
  • DeniseDenise

    25-12-2010 às 17:32:17

    Pois esta me ocorrendo um dilema , pois a quase 4 anos atras vim morar na frança e trouxe meus dois gatos , nao da pra deixar pra tras jamais, foi uma burocracia e tanto senhor , mas valeu por tudo isso, faria de novo se fosse necessario e nao embarcaria sem eles, perderia a passagem se fosse o caso, viajei pela Iberia , fiz escala, n tive nenhum problema, foi tranquilo, so que eles foram embaixo , viajei muito nervosa sem saber onde e como eles estavam mas coloquei nas maos de Deus , qdo desci do segundo aviao a cx estava na pista junto a uma mala minha , pois o aeroporto e pequeno, de longe qdo coloquei o pe na escada a minha siames me viu colocou o nariz que estava branquinho da pressurizaçao p fora do buraco da cx , ajoelhei na pista e chorei de emoçao e de alivio , pude relaxar kkk agora quero ir de ferias ao brasil, e quero levar o meu cao comigo pois ficarei alguns meses e toda vez que viajo ele fica quase que doente sente demais a minha falta e eu fico la com o coraçao partido, os bichanos ficam com o marido em casa , complicado estou revirando a net por todas as informaçoes pra transporta-lo sem problemas e espero que de tudo certo, so ainda nao sei, com a aprocaçao do Lula do passaporte do animal n precise mais fazer toda a burocracia p voltar , parece que nao precisa mais estou pesquisando e ainda n encontrei a resposta , nao sei se ja esta vigorando , se estiver muito bom, pois n preciso fazer tudo de novo, ida e volta e demais...pois concordo plenamente higiene , vacinas cuidados com os bichinhos tem que ter , responsabilidade , espero que de tudo certo, pois assim o levarei todos os anos que for viajar e claro que n fique caro pois senao e outro impedimento para deixa-lo aqui.

    ¬ Responder
  • Andressa Sophia AndradeAndressa Sophia Andrade

    02-10-2010 às 17:40:23

    Realmente as compahias aerias mais o consulado no caso de quem vem do estrangeiro.. outro dia fui ao brasil mais a minha cadelinha claro que tive de fazer todos os exames do bichinho para entrar no brasil e ainda perdir o visto para ela entrar no brasil e no caso na hora de voltar tenho que fazer a mesma coisa mais nao sabia
    pois nao me falarao nada na momento do embarque por fin nao regrecei para paris na data certa devido a esse falta de informaçao .. pois ai vai a dica fiquem sempre de olhos abertos em transporte de animais para o estrangeiro

    ¬ Responder
  • Daniel Santos DiasDaniel Santos Dias

    29-04-2010 às 17:25:25

    Pois é Helena. É o que eu vou ter que fazer.Infelismente as Compahias aereas me cobraram uma fortuna para transportar meus gatos e o meu cachorro. Além das exigencias que ao meu ver são absurdas, pois a viagem não dura mais que 4 horas.
    Estou sem saida e já não tenho mais o que fazer e nem pra onde correr. O engraçado é que falam tanto de proteção aos animais, mas na ora em vez de facilitar ficam colocando obstaculos para que nós simples cidadãos que não nadamos em dinheiro, levemos os nossos amados bichinhos quando precisamos mudar de um estado para o outro. Fica ai meu apelo para as ongs de proteção animal, para que parem de pegar no pé das companhias aereas pois esse monte de regras só encarece o transporte e atrapalha quem realmente ama e não quer se separar dos seus animais de estimação.

    ¬ Responder
  • Helena CarvalhoHelena Carvalho

    22-04-2010 às 01:02:21

    Acho que existem muitas restrições ao transporte de animais de estimação, concordo com a vacinação, higiene, isso é básico, mas existem muitos transportes que não aceitam animais, é ridiculo.Eu vou trabalhar para Paris,durante uns anos, vou levar primeiro a minha cadelinha 6kg e depois venho buscar os meus dois gatos de carro quando tiver oportunidade.Que mais posso fazer,o que muita gente faz, abandonar!!?? NUNCA!!!

    ¬ Responder

Comentários - Como transportar animais domésticos em viagens aéreas

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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