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Peças indispensáveis no seu guarda-roupa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Vestuário
Comentários: 1
Peças indispensáveis no seu guarda-roupa

Um guarda-roupa básico é constituído por peças de vestuário práticas e versáteis. E claro, umas toillets para momentos especiais e, quando o emprego o exigir, umas fatiotas mais pomposas. Todavia, esta “pomposidade”, à semelhança das outras características, não significa necessariamente que se tenha de gastar muito dinheiro; efetivamente, existem indumentárias básicas a preços modestos e acessíveis ao comum das bolsas.

Por outro lado, as peças podem ser misturadas entre si, o que, para além de favorecer visuais distintos, revela criatividade. Várias podem ser as aparências conseguidas com a mesma base em combinações e contextos diversos. O segredo de uma elegância intemporal é, antes de mais, obter primeiro o básico e só depois ceder a algumas propostas da moda. É que esta é efémera…

Assim sendo, as mulheres devem optar por roupa de boa qualidade (tendo em conta o tecido, os acabamentos e o conforto), que inclua um ou mais conjuntos femininos de casaco e saia ou casaco e calça, em preto, azul-marinho, castanho ou cinza, um blazer preto, castanho, cinzento ou bege, saias e calças pretas, camisas de manga comprida ou curta brancas, blusas de malha pretas, beges, brancas ou castanhas, meias finas da cor da pele, vestidos pretos, castanhos, azul-marinho, verde-escuros, vinho, beges ou cinzentos, malas e cintos pretos e castanhos, tal como os sapatos (que devem ser de salto médio), colares e brincos a condizer com os trajes e relógios clássicos (de preferência prateados e dourados).

No que respeita aos homens, em ambientes de trabalho que não obriguem ao uso de fato e gravata, a liberdade de escolha é maior, e, portanto, as dúvidas e a possibilidade de cometer erros também. Os itens de avaliação da boa qualidade das vestes são os mesmos, sendo que devem preferir ternos pretos, cinzentos ou azul-marinho, casacos ou blazers pretos, castanhos cinzentos ou beges, calças direitas, sem muitos pormenores, em preto, castanho, cinzento, café ou bege, camisas sociais lisas em branco, azul claro, cinzento claro e creme, sapatos pretos e castanhos (à semelhança dos cintos) e gravatas boas de tons discretos.

A palavra-chave em termos de roupa é discrição. Por outro lado, quando se investe numa tendência de alta qualidade (um casaco ou outro acessório de moda) é sensato não deixar de o usar assim que ele deixar de estar na berra; a moda é cíclica! No fim de contas, o mais importante é dar um toque pessoal à maneira de vestir, mantendo a discrição e a elegância e uma (desejável) diferenciação dos demais.


Maria Bijóias

Título: Peças indispensáveis no seu guarda-roupa

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    23-08-2014 às 20:47:56

    Não pode faltar um bom jeans descolado, um tênis moderninho e uma camiseta bem fashion! Adoro um estilo informal, simples e arrojado! Quanto aos acessórios, cintos e brincos são essenciais!

    ¬ Responder

Comentários - Peças indispensáveis no seu guarda-roupa

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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