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Início > Textos > Categoria > Literatura > Crítica ao livro: “ A Cidade das Sombras”.

Crítica ao livro: “ A Cidade das Sombras”.

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Literatura
Crítica ao livro: “ A Cidade das Sombras”.

Encontrei-o por acaso há uns 5 anos atrás numa livraria, e peguei-o sem intenção de o ler. No entanto por mera curiosidade começei a ler os substítulos cujos nomes ficaram a ressoar na minha memória impulsionando-me, quase que invisivelmente, a lêr.No Indice os meus olhos brilharam:”As instruções” ,“O dia da Atribuição de Serviço”, “Mensagem para o Presidente”, “Nas profundezas de Ember”. Tudo temas sugestivos, daqueles que convidam o leitor a embrenhar-se por esses mundos fora.

Aquilo que eu pensava ser apenas uma curiosidade, tornou-se de facto uma obcessão. Assim que pus o pé na primeira página, outras se lhe seguiram. E outras. E mais outras. E mais outras. O tempo passava e eu, que nem precebia, voava ao sabor das letras. E por fim acabei de ler com aquele sorriso afivelado de orelha a orelha. Acabei por compra-lo.O livro: “A cidade das Sombras” foi escrito por Jeanne DuPrau e foi traduzido para Língua Portuguesa por Ana Saldanha em 2007, cujo título original era: The City of Ember. É a história da cidade de Ember. Uma cidade sem luz. Uma cidade adormecida pela escuridão. Uma cidade que



nunca viu a luz do sol, nem da lua, pois foi construida dentro de uma montanha. Esta mesma cidade esconde um segredo que, ao ser descoberto muda por completo o rumo da história devido à coragem de duas crianças de Doze anos de idade. Entretanto, Em 2008 a livro:“ A cidade das Sombras” foi adaptado para o cinema. Foi um sucesso!

Jeanne DuPrau nasceu na Califórnia em 1944 e escreveu o seu primeiro livro aos cinco anos de idade. É conhecida por escrever séries de romances para jovens. Recomendo este livro a todos aqueles que gostam de histórias incomuns. Pois, apesar de ser um livro para jovens eu acho que qualquer adulto pode e deve lê-lo. Cada págica em que pensamos parar, as nossas mãos e a nossa propria mente não deixam tal acontecer. Foi o que aconteceu comigo. Tive de o ler mesmo até ao fim. Assim, quando acordei do sonho de Ember, a livraria já estava na sua hora de fechar.

Jovita Capitão

Título: Crítica ao livro: “ A Cidade das Sombras”.

Autor: Jovita Capitão (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

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