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O deficiênte físico no mercado de trabalho

Categoria: Empresariais
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Comentários: 5
O deficiênte físico no mercado de trabalho

Ao poucos, o deficiênte físico vai conquistando seu espaço no mercado de trabalho, provando para os mais desinformados que deficiência física não quer dizer incapacidade de produzir ou desenvolver uma atividade profissional, claro que em se tratando de uma atividade que possa ser desempenhada pelo deficiênte, ou seja; atividade na qual a deficiência não seja um impedimento. Quando se pensa em incapacidade, deve se ter em mente que essa palavra só diz respeito a área afetada, quer dizer; o membro, a parte do corpo que por sua deficiência não pode ser explorada para a função, no mais, qualquer deficiênte físico é perfeitamente capaz de desenvolver atividades de trabalho, estudar, cursar nível superior e tudo o mais.

A incapacidade da alma, que se traz no espírito, essa sim, é muito mais deficiênte, é uma deficiência que não se vê mas que se sente ao pensar que uma pessoa portadora de alguma deficiencia física, deva ficar apática, digna de pena. Nada disso, ao contrário, quanto mais se resgata a auto-estima, principalmente promovendo a integração do deficiênte no mercado de trabalho melhor, essa iniciativa é melhor como um todo pois é bom para a família, é importante para o cidadão e para o país que passa a ter uma pessoa produtiva profissionalmente, trabalhando e aumentando seus recursos próprios, contribuindo para o aumento da circulação do capital financeiro.

Para o deficênte, a conquista do emprego formal está trazendo um novo conceito de empregabilidade, o Brasil tem vários instrumentos de proteção para o deficiênte físíco, no quesito empregabilidade, adotou-se o sistema de cotas que prevê para cada empresa que tenha um número a partir de cem funcionários, cota de contratação de deficiêntes de dois à cinco por cento e, caso algum seja demitido, a vaga deve ser preenchida por outro nas mesmas condições, com essa lei, evita-se que ao ser demitido um deficiênte, por razões de politica interna, a vaga seja disponibilizada para uma outra pessoa nos mesmo termos.
O mito de que o deficiênte só podia trabalhar informalmente foi derrubado, muitas empresas estão satisfeitas pela dedicação e desempenho profissional por parte deles, provando tratar-se de pessoas que tem capacidade e que fora a deficiência física, são pessoas como todas as demais.

A Organização Internacional do Trabalho, sempre discute a inclusão do deficiênte no mercado de trabalho com diversas recomendações para a ampliação de espaço e oportunidades.
A entrada do deficiênte no mercado de trabalho, ainda necessita de leis de proteção mas, o mais importante é que com isso, o deficiênte que tem tido mais êxito em suas conquistas diárias e abrindo portas para um novo olhar empresarial que estão se sensibilizando e percebendo que um deficiênte é tão capaz, responsável, dedicado e produtivo que aos poucos, o espaço será ainda mais ampliado.

Sílvia Baptista

Título: O deficiênte físico no mercado de trabalho

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Imagem por: Ed Yourdon

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • claudinete

    10-10-2012 às 13:35:35

    Gostaria de indicação de pessoal com deficiencia fisica para contratação em nossa empresa, na cidade de CURITIBA.
    grata

    ¬ Responder
  • Leonilson Santos de Souza*Leonilson Santos de Souza*

    20-01-2012 às 18:59:47

    Boa tarde sou de Salvador Bahia gostaria de saber locais aqui , em que eu postar me curriculiun vitae. Desde já agradeço.
    Leonilson Santod de Souza

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãodo

    23-02-2011 às 11:57:21

    @pompilio E triste o fato ocorrido, voçe pode ate processar o seu irmão neste caso. Procure ajuda, conte a seu pai o que esta acontecendo,e vá a um psicologo, que poderá orienta-lo nesta pressao, e com certeza louco é seu irmão que utiliza de agressoes fisicas e morais. Tenha força e procure seus direitos.

    ¬ Responder
  • pompiliopompilio

    13-07-2010 às 18:29:55

    boa tarde.
    achei seu comentario muito bom, agora lhe pergunto por que meu irmão que trabalha comigo me chuta e ofende e depois diz que eu o provoquei tenho deficiencia prazo direito perda de 40% do movimento e agora inflamação braço esquerdo a pilantragem e tanta que se não vou trabalhar por causa das ofensas sofridas por ele em meu proprio local de trabalho ainda sou chamado de vagabundo isso e que é tentar comigo pscologicamnte hoje frequento ate grupo de oração para esquecer as ofensas e pontapes que levo no meu local de trabalho tudo por um simples ato de briga por poder. e ridiculo. O maior problema que ele com sua esposa esta afetando indiretamente minha filha.
    Pois alem de não me pagar e ainda dizer que eu so penso em dinheiro, caramba todo cidadão que se preza trablha por um salario o pior e ouvir isso e ter que aquentar ele ter rebaixado meu salario na carteira.pois é. " que irmão ?" espero de coração que DEUS olhe por sua alma.tudo isso faz sem meu pai saber e ainda diz que eu o provoco. e que sou louco. E tanta pressão psicologica que as vezes me pego pensando será que sou louco mesmo.agua mole pedra dura voce ja sabe o resultado.

    ¬ Responder
  • Sílvia BaptistaSílvia Baptista

    09-08-2012 às 15:48:21

    Olá Pompilio, pelo que diz, você trabalha na empresa de seu irmão. Aqui você não diz se mora na casa dele, mas independente disso, mesmo sendo difícil, é hora de manter o equilíbrio para encontrar uma solução plausível. Primeiro você precisa não se sentir culpado pela deficiência, ao contrário; você é um guerreiro. Levante a cabeça e pense no que é possível fazer. Uma sugestão:Se mora no Brasil, procure se informar sobre o BPC-LOAS no Ministério da Previdência sobre ajuda de custo por incapacidade. Caso não seja dependente da sua família, tente buscar um novo trabalho, pode ser via internet. Pesquise o site do SIVC, Deficiênte online, entre outros.
    Na questão psicológica, parece que você está muito sensível pelo sofrimento, o ideal é buscar ajuda. Converse com um profissional terapeuta, é só um bate-papo para encontrar um pouco de equilíbrio. Se fortalecendo emocionalmente verá que não deve acreditar em tudo que lhe é dito e estando forte, sentindo-se bem, sua filha também se sentirá.

    Um abraço!

    ¬ Responder

Comentários - O deficiênte físico no mercado de trabalho

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

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Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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