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A Aplicação da PNL no Processo de Definição de Escopo em Projetos

Categoria: Empresariais
Visitas: 16
A Aplicação da PNL no Processo de Definição de Escopo em Projetos

As diversas metodologias e conjuntos de melhores práticas em gerenciamento de projetos reconhecem e enfatizam a importância da qualidade da comunicação em toda e qualquer etapa de um projeto. Uma das etapas mais sensíveis e estatisticamente mais impactantes no resultado final do projeto é a Definição do Escopo.

Definir adequadamente o escopo vai muito além de obter dados para o dimensionamento de cronograma e de recursos, requer habilidades na identificação de fatores como a real expectativa das partes interessadas, os chamados stakeholders, que está por trás do Objetivo do Projeto.

Compreender a necessidade das partes não é um desafio tão simples quanto parece. Não raro, o que é expressado por uma parte difere do que é compreendido pela outra. E isso tende a se intensificar quando pensamos em qual experiência o cliente espera ter, muito além do produto ou serviço que ele espera que lhe seja entregue.

Neste contexto, a PNL (Programação Neurolinguística) apresenta algumas ferramentas que auxiliam na dinâmica da comunicação e feedback, para o melhor alinhamento das expectativas e consequentemente uma definição de escopo mais eficaz.

Um primeiro pressuposto aplicável neste caso é o de que “O Mapa não é o Território”. Esta máxima da PNL preconiza a limitação do chamado “Mapa de Mundo” que, por ser baseado nas experiências e conhecimentos individuais, ignora a dimensão total de conhecimento e de informações que poderiam compor a “verdade” sobre determinado ponto. Tomar consciência, portanto, da limitação do nosso Mapa de Mundo permite considerar a possibilidade de expandi-lo, levando em conta outras interpretações e pontos de vista, partindo de ângulos diferentes. Significa considerar a inexistência de um significado definitivo e único, ou seja, que o único significado para tudo é aquele que cada um dá.

Ao admitirmos que o significado de uma informação dada por um emissor pode ser completamente diferente da interpretação dada pelo receptor, percebemos a necessidade e utilidade da validação da informação. Esta validação pode ser alcançada com a aplicação de uma ferramenta chamada Calibragem. Nela, buscamos compreender melhor o Mapa de Mundo do outro e identificamos significados chave para o indivíduo que nos permitam interpretar mais assertivamente as suas mensagens.

Associada à Calibragem, outra ferramenta poderosa é o chamado Metamodelo, que consiste num conjunto de padrões verbais, utilizados para extrair um nível mais profundo de informações. Isso nos permite nos aproximarmos mais da experiência da outra parte envolvida no contexto e, em decorrência, obter uma interpretação mais assertiva do significado de cada variável.

Perguntas como “O que especificamente?” ou “Como exatamente” ou “Como seria se?” ou ainda “Quando especificamente?” ajudam a tornar mais rica e clara a definição do que deve ser feito, baseado no melhor entendimento do que exatamente é esperado como resultado ao final do projeto. Isso evita as famigeradas suposições, que frequentemente permeiam as definições de escopo e contaminam a comunicação durante todas as fases de um projeto.
Outro ponto importante é a definição de evidencias. O quê no decorrer do projeto evidenciará o real cumprimento do escopo definido?

Ter clara a forma como serão sistematicamente validados todos os aspectos do escopo, até a entrega final do Objetivo do Projeto significa encurtar o caminho crítico e muitas vezes otimizar todas as formas de recursos, especialmente tempo e dinheiro.
Os conflitos, muito comuns entre partes interessadas num projeto, tendem a ter a maioria de suas raízes estabelecidas na definição inadequada do escopo. Adotar ferramentas de PNL para a comunicação pode diminuir sensivelmente a ocorrência destes conflitos e, aplicadas no decorrer das demais fases, podem melhorar a gestão dos conflitos que eventualmente surgirem, inerentes a todos os demais fatores críticos de sucesso.


Mabile Gatelli

Título: A Aplicação da PNL no Processo de Definição de Escopo em Projetos

Autor: Mabile Gatelli (todos os textos)

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Comentários - A Aplicação da PNL no Processo de Definição de Escopo em Projetos

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Dicas para decorar salas pequenas.

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Tema: Decoração
Dicas para decorar salas pequenas.\"Rua
A realidade das grandes cidades é que a maioria das pessoas mora em espaços pequenos. É fato também que todos desejam ter um ambiente acolhedor e aconchegante para receber amigos. Em contrapartida, na medida em que os espaços encolhem, a quantidade de aparelhos eletrônicos que utilizamos aumenta cada vez mais. Há ainda quem use a sala como home-office.

Nesta busca de inspiração para organizar e incrementar sua sala, encontramos uma série de sites especializados e blogs com muitas, muitas ideias. O conceito de D.I.Y. (do it yourself) que significa "faça você mesmo” nunca esteve tão na moda. É uma alternativa para reduzir gastos com mão de obra e nada melhor do que criar um espaço com um toque todo seu. Inspirações e ideias não faltam. Hoje, de certa forma todos nos sentimos meio decoradores.

Mas planejar a decoração de uma sala pequena exige alguns cuidados para que o ambiente não fique entulhado de móveis, disfuncional ou até mesmo desagradável.

Confira algumas dicas para decorar sua sala com estilo e valorizando seu espaço:
Os espelhos, além da autocontemplação, causam efeitos interessantes. Aplicados, por exemplo, em uma parede inteira pode duplicar a amplitude do ambiente. Pode ser usado também em móveis, tetos, em diversos formatos e valorizar a luminosidade da decoração.

As cores tem poder de causar sensações. Em ambientes com pouco espaço, elas podem colaborar para que a sensação de amplitude possa tanto aumentar quanto diminuir. Para pintar as paredes de sua sala aposte em cores claras. O teto com uma cor mais clara que a das paredes, por exemplo, pode simular uma elevação do teto, já em uma cor mais escura, promoverá uma sensação de rebaixamento do teto.

A escolha e posição dos móveis são um aspecto muito importante. Opte por poucos móveis, nunca de tamanhos exagerados e posicione-os de forma que valorize o espaço. Móveis que misturam poucos materiais, baixos e com linhas retas proporcionam leveza ao ambiente.

Uma solução muito interessante para espaços pequenos é a utilização de prateleiras. Caixas para produtos horto frutícolas reformadas podem se tornar lindas prateleiras. Mas cuidado com a profundidade, para não atrapalhar na disposição de outros móveis e objetos.

Móveis multifuncionais ou móveis inteligentes são excelentes alternativas para uma sala pequena. Um bom exemplo são pufes, que podem ser usados como mesas de centro ou ficarem alojados debaixo de aparadores e quando recebemos visitas podem se transformar em assentos extras. Mesas dobráveis também são uma ótima opção.

Escolher o mesmo piso ou revestimento pode dar a impressão de área maior, de continuidade. Mudanças drásticas de um ambiente para outro pode causar a sensação de divisão e consequentemente fazer parecer menor.

Algumas outras dicas: um sofá retrátil ou reclinável garante muito mais conforto e ocupa o espaço de um sofá simples. Suporte ou painéis móveis para TV possibilitam que ela seja movida na direção desejável. Caso o ambiente tenha escadas, escolher um modelo de escadas vazadas evita divisões e pode se tornar uma peça de destaque na sala. E para as cortinas, escolha tecidos leves, lisas e sem estampas.

De qualquer forma, ouse, não tenha medo de arriscar, crie, não copie, só assim será seu!

Luciana Santos.

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Comentários

  • Carlos Rubens Neto 16-06-2016 às 16:20:24

    Excelente matéria! Parabéns Luciana ;)

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