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Como encarar uma entrevista de emprego

Categoria: Empresariais
Comentários: 1
Como encarar uma entrevista de emprego

O ditado “a primeira impressão é que fica” é bastante pertinente quando se trata de entrevista de emprego. As decisões finais passam por esta fase determinante do processo seletivo. Para você não incorrer em erros comuns, listamos os dez pontos mais considerados por recrutadores de Recursos Humanos.

APARÊNCIA FÍSICA

Cuide dos cabelos – Evidentes ao primeiro olhar, eles traduzem muito da personalidade. Apresente-se com cabelos cuidadosamente penteados, preferencialmente curtos e discretos. Fios desalinhados, cortes extravagantes ou cores incomuns contam pontos negativos.

Trate das unhas – Elas demonstram o quanto você se cuida. Unhas grandes ou sujas não podem estar presentes, especialmente se estiver pleiteando um cargo na cozinha, na produção ou para contato com clientes. Compareça com unhas limpas e aparadas. Se usar esmalte, escolha cores discretas. Caso estejam descascando e não puder aplicar novo esmalte, remova totalmente o velho.

Indumentária – No caso das mulheres, dispense roupas sensuais com decotes ousados, saias e vestidos curtos ou apertados. Vestes amarrotadas indicam desleixo, e estampas exóticas ou cores vibrantes apontam pouca seriedade. Observe o que o cargo pede, em termos de indumentária, mas prefira, sem medo de errar, roupas sociais, confortáveis, de tons discretos, limpas e bem passadas.

Tatuagens e piercings – Caso os use, dissimule-os, encobrindo as tatuagens com roupas adequadas, e retirando piercings aplicados em lugares muito visíveis, como nariz, boca e língua.

APARÊNCIA SOCIAL

Postura – Mostre-se confiante e confiável. Ao ouvir ou responder, encare o entrevistador. Fale com firmeza e naturalidade. Mantenha o corpo ereto e domine um gestual equilibrado.

Conversas – Esteja à vontade para responder às perguntas com exatidão, sem se estender demais no assunto, mas evitando ser lacônico.

Cultura pessoal – Conheça o cargo que deseja ocupar, a empresa e suas atividades. Cultive um bom vocabulário e correção gramatical. Não utilize expressões vulgares, gírias ou jargões de TV, pois são deficiências de comunicação.

Não minta – Seja na descrição do currículo, no preenchimento de um questionário ou na entrevista, informe apenas qualificações comprováveis. Informações falsas invalidam sua candidatura.

Detalhes da vaga – Não demonstre ansiedade. Espere o entrevistador se pronunciar sobre salário ou vantagens. Esta informação geralmente é passada quando existe possibilidade de você ser selecionado. Quando o entrevistador não for claro, peça esclarecimento, mas nunca aborde o tema primeiro.




Pontualidade – Não falte à entrevista, nem atrase. Qualquer imprevisto comunique ao entrevistador. Chegue com antecedência, para o selecionador não precisar esperá-lo. Isso demonstra respeito, seriedade e compromisso.


Hediene

Título: Como encarar uma entrevista de emprego

Autor: Hediene Hediene (todos os textos)

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Imagem por: Alex France

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    08-07-2014 às 10:00:49

    Penso que ter confiança, passar segurança e simpatia são um dos pontos chaves para uma boa entrevista de emprego.

    ¬ Responder

Comentários - Como encarar uma entrevista de emprego

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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