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Desportos na Natureza

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Desporto
Comentários: 1
Desportos na Natureza

Num mundo em constante mudança lembramo-nos hoje como o povo português era apelidado de preguiçoso há uns anos atrás por não ser seduzido pelo desporto e de uma maneira geral pelas atividades ao ar livre.

Com o tempo, foram sendo construídas infraestruturas, que afinal até faziam falta e sem as quais seria difícil e desapropriado efetuar este tipo de atividades.

Hoje, em pleno século XXI existem algumas cidades no nosso país que dispões de percursos de manutenção completos, com indicação dos exercícios a realizar. Existem locais, naturalmente nas maiores cidades, totalmente equipados para o mais desprevenido cidadão fazer uso de alguns músculos normalmente esquecidos… enfim um sem fim de atividades lúdicas que antes não nos eram possíveis.

Nos últimos anos já não são raros também os percursos pedestres homologados, com mais ou menos dificuldade, marcados devidamente de forma a conseguir-me uma certa segurança. Estes percursos, com pisos diversos levam o caminheiro a contactar com a natureza travando conhecimento com as espécies de fauna e flora existentes nos diversos locais.

Hoje são inúmeros os Portugueses que palmilham estes caminhos, trilhos criados para este mesmo efeito, e portanto criadas as infraestruturas, nada têm de preguiçosos. Naturalmente demorou tempo para que nos adaptássemos, para que experimentássemos, para que conhecêssemos… e há ainda muito por conhecer, no entanto os Portugueses embora gostem dos trilhos, já nem precisam deles, e basta que olhemos pelas nossas janelas na periferia das cidades para vermos inúmeras pessoas sozinhas ou em grupos que caminham, correm ou andam de bicicleta…

Estranhamente, e apesar da crise, também os ginásios estão cheios de pessoas que pretendem queimar calorias e melhorar a sua performance, direi mesmo que hoje fazemos de tudo e mais alguma coisa para esquecer a crise, é que este tipo de atividades concentram-nos numa outra dimensão, esquecemos tudo para estarmos a pensar no exercício se estivermos no ginásio, já nos exercícios de rua, podemos olhar as árvores, escutar os pássaros, eu costumo também encontrar coelhos, não digo onde porque pode estar algum caçador a ler… e a natureza é de facto um encanto capaz de nos fazer acreditar que o mundo é muito melhor do que nos querem fazer crer.

Bora lá ao exercício!!!


Ana Sebastião

Título: Desportos na Natureza

Autor: Ana Sebastião (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    30-06-2014 às 21:45:09

    Adoro fazer desportos na natureza em seu contato e no frescor do dia. Faz bem ao corpo e à alma!!!

    ¬ Responder

Comentários - Desportos na Natureza

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Superstições Náuticas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

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Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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