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Acessórios De Escrita

Acessórios De Escrita

Os acessórios de escrita revelam-se absolutamente fundamentais para a existência da própria arte de escrever. A bem da verdade, como subsistiria a caligrafia sem algo que a materializasse?

Pode ser um dedo a formar letras irrompendo por entre grãos de areia, uma pedra a esboçar noutra uma mensagem, uma pena cujo rasto de tinta traduz uma missiva, uma lapiseira que risca o papel, ou um computador que permite até adicionar imagens e outras mais-valias à composição.

Independentemente dos acessórios, é a escrita que perpetua as palavras que se pretendem comunicar. Isto, claro, quando o vento não homogeneíza novamente o areal, a chuva não lava a pedra, a tinta não seca, o papel não arde e o computador não “decide” hibernar para sempre…

Naturalmente, há registos cujo valor tornariam a perca trágica e outros que nem tanto. Neste último rol englobar-se-iam, certamente, determinadas auto-biografias, em que o conceito de “auto” é altamente discutível e o de “biografia” substituiria, na perfeição, o vulgar “contar carneirinhos” para adormecer.

Neste contexto, os cientistas ainda poderiam dar um grande contributo à investigação, estabelecendo uma relação de causa-efeito entre as auto-biografias e as propriedades soníferas da leitura. Para além de constituir uma opção muito mais saudável do que os vulgares fármacos…

O bocejar assumiria, assim, uma dimensão cultural, que lhe aportaria uma justificação socialmente mais aceitável.

Não há dúvida de que, para qualquer escritor, um dos principais acessórios da redacção, a par da cultura, da própria experiência e dos auxiliares palpáveis, é mesmo a inspiração.

Quando se escreve, parte-se do princípio que alguém nos vai ler. Não obstante, pelo sim e pelo não, mais vale acrescentar um paninho do pó à lista dos acessórios de escrita; é que a nossa marca pode demorar algum tempo a ser lida…


Rua Direita

Título: Acessórios De Escrita

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: Andreanna Moya Photography

Comentários - Acessórios De Escrita

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A história da fotografia

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Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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