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Nova Revolução Digital, Que Bate À Porta Da Geladeira

Categoria: Telemóveis
Nova Revolução Digital, Que Bate À Porta Da Geladeira

O projeto do “Smarth House” , ou casa inteligente, que a Apple anunciará em conferência mundial, em San Francisco , é o mais recente indício do advento da NOVA REVOLUÇÃO DIGITAL, prevista por especialistas no assunto nos próximos dez anos.

Uma pesquisa realizada por uma empresa americana "Pew Research Center" com mais de 1.600 analistas, pessoas ligadas ao tema, descobriram que 83% acreditam que até 2025, a chamada a internet nas coisas, que visa conectar a vida cotidiana a um dispositivo eletrônico, terão seus efeitos disseminados no dia a dia das pessoas e que vão assim, sentir os seus feitos.

A expectativa é que isso seja normal no mundo de hoje, em uma década pelo qual ter uma embalagem de leite com chip, que lembra ao consumidor que a embalagem do leite já esta chegando ao fim, ou um sensor de pratilheira, que avisa ao vendedor do mercado vizinho que o seu leite esta acabando dentro da sua geladeira.

A mesma evolução poderia ser vista em sistema de monitoramento de sinais vitais de um paciente, ou em prédios e estradas para assim avisar que está para ser revisado ou esteja com algum problema, assim evitando um desmoronamento do prédio e estradas.

Uma proliferação continua até 2025 de sensores, dispositivos e artefatos interligados por internet, em um ambiente cheio de câmeras e sensores, disse umas das coordenadoras da Pew " Janna Anderson" professora.

O numero de aparelhos ligados na internet em 2013 foram mais de 13 bilhões, segundo Cisco System "a previsão é chegar em 2020 com mais de 50 bilhões de aparelhos. A Nova revolução digital já pode ser vista no Google Glass, e no relógio digital, segundo o professor da Universidade Santa Andrews, no Reino Unido, e o professor Per Ola Kristensson.

Alguns especialistas alertam que este avanço pode assim prejudicar a privacidade das pessoas já que tudo vai estar interligado na internet, será que o ambiente que vivemos vai ser respeitado por parte de outras pessoas?

O Brasil é visto como um país onde a tecnologia vai ser aplicada com sucesso.


Evandro da Silva

Título: Nova Revolução Digital, Que Bate À Porta Da Geladeira

Autor: Evandro da Silva (todos os textos)

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Comentários - Nova Revolução Digital, Que Bate À Porta Da Geladeira

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Habitação – Evolução qualidade/Preço

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Tema: Alojamento
Habitação – Evolução qualidade/Preço\"Rua
Hoje vivemos dias muito complicados do ponto de vista económico, uma vez que a nossa sociedade moderna consumista tem acarretado para as famílias a triste ideia de que temos que possuir tudo o que existe para ser possuído.

Relativamente ao assunto especifico da habitação, com o passar dos tempos, as pessoas têm adquirido as suas casas em função do que há no mercado, e este mercado tem evoluído de uma forma perigosa em termos de custos; o que quero dizer com isto, é que há vinte anos atrás, encontrávamos apartamentos no mercado, e tenho por base um apartamento T3 que tinha 3 quartos conforme a tipologia descrita, naquele tempo uma cada de banho, uma sala de estar/jantar conjunta e talvez uma varanda, hoje o mesmo apartamento terá os três quartos, a sala, duas casas de banho das quais uma poderá estar num dos quartos a que passou a chamar-se suite, este apartamento hoje, tem forçosamente que ter pré instalação para aquecimento central, lareira com recuperador de calor, e muito provavelmente aspiração central, ou pelo menos a pré instalação… Assim, quem compra um apartamento hoje, apesar das dimensões de cada divisão estarem diminuídas, o preço foi muito incrementado pelos extras, e depois há ainda que adquirir uma caldeira para fazer funcionar a tal pré-instalação de aquecimento central, os radiadores porque sem eles o dito não funciona, naturalmente o trabalho do técnico… há ainda que adquirir em muitos casos o aspirador propriamente dito para fazer funcionar a aspiração central, e algumas coisas mais, acessórios dos quais, antes não tínhamos necessidade.

Não quero dizer com isto, que estes equipamentos não são úteis, são, mas e aquelas pessoas que compraram os seus apartamentos há uns tempos, cujos espaços não dispunham destas “modernices” como viveram? Como vivem hoje? Provavelmente aqueles que tiveram disponibilidade económica para isso, colocaram nas suas habitações, aquilo que julgaram necessário, não colocaram aquilo que não lhes é útil de todo, por outro lado aqueles que não tiveram disponibilidade económica vivem sem os equipamentos em questão, ou colocam um equipamento à dimensão das suas possibilidades. O real problema é que os referidos equipamentos valorizaram muito mais as habitações em termos de preço de compra do que o valor real dos mesmos, e as pessoas, estão apagar vinte ou trinta anos, para não dizer mais, um bom valor acima do que pagariam sem estas coisas, além disso comprariam aquilo que quisessem e pudessem.

Para além do exposto, a qualidade de construção e acabamentos não melhorou, antes pelo contrário. Hoje o valor das casas está a decair rapidamente, e as pessoas em geral vivem em casas cujos valores atuais de mercado são muito inferiores ao que estarão a pagar durante muito tempo…

Naturalmente o mercado poderá mudar, mas não é esse o caminho que parece seguir.

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Ana Sebastião

Título:Habitação – Evolução qualidade/Preço

Autor:Ana Sebastião(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    21-04-2014 às 17:09:01

    A compra seja de apartamento ou casa estão mais caras e nem sempre oferecem serviços como mostram na divulgação. Não é bom financiar, pois custará o dobro. Realmente, o melhor a fazer é buscar preços que têm condições de pagar ou aderir a um consórcio.

    ¬ Responder
  • Sofia Nunes 13-09-2012 às 17:07:44

    Na minha opinião e de acordo com o que tenho observado, a relação qualidade/preço das habitações está a melhorar. E isso não é necessariamente bom, uma vez que é resultado da crise económica. Como refere, o valor das casas está a descer, pelo que se pode comprar uma vivenda pelo preço que há uns anos era de um apartamento. O problema é que, apesar de as casas estarem mais baratas, os compradores não têm dinheiro.

    ¬ Responder

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