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Conhecer para prever

Categoria: Empresariais
Comentários: 1
Conhecer para prever

Diagnóstico estuda oportunidades

O negócio sobrevive dos seus clientes que se alimentam dos produtos ou serviços a ele inerentes.

Só o estudo das suas necessidades (fixas) e desejos (volúveis) permite encontrar a melhor forma de criar a oferta (re)comprável.

Um estudo do consumidor, da concorrência, da legislação em vigor ou do próprio produto/serviço - todas as formas de recolha e de organização de informações que possibilitem o conhecimento do mercado - representam uma redução dos riscos inerentes a qualquer negócio.

É possível, graças ao estudo das mais diversas variáveis (sobretudo das que constituem pontos fracos ou potenciais ameaças) incrementar as suas possibilidades de vingar, num mundo cada vez mais competitivo e em constante mudança.

O diagnóstico, a par com o estudo de resultados e de controlo das estratégias em curso, é um dos estudo mais importante para a sobrevivência de qualquer negócio.

Os resultados obtidos com este estudo permitem averiguar a forma de entrar ou de se manter no mercado, determinar quais os públicos-alvos mais receptivos ao produto/serviço em circulação, descobrir qual o meio mais adequado para o distribuir, construir a melhor mensagem de divulgação (ou de sedução) e calcular o melhor preço/valor em causa.


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Título: Conhecer para prever

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    11-07-2014 às 19:08:01

    Muito bom! É esse mesmo o caminho. O conhecimento nos dá oportunidade de saber onde estamos nos metendo, o que é muito importante para não perder tempo.

    ¬ Responder

Comentários - Conhecer para prever

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

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Autor:Carla Correia(todos os textos)

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