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Princípios Para Pensar Com Exatidão

Categoria: Outros
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Princípios Para Pensar Com Exatidão

Alguns princípios que devemos considerar para começar a pensar mais com exatidão. Tirar de nossas cabeças algumas ideias não realistas ou ilusórias, fantasiosas, e que nada traz proveito para a concretização de nossos objetivos. Espero que gostem e apreciem!

- O corpo humano não é “singular”, e sim “plural”, consistindo em bilhões sobre bilhões de células individuais, inteligentes e vivas, que executam um trabalho muito definido e bem organizado de construção, desenvolvimento e manutenção do corpo humano.

Estas células são dirigidas, nos seus respectivos deveres, pela ação do subconsciente ou ação automática da mente; que a secção subconsciente da mente pode ser, até certo ponto, controlada e dirigida pela secção consciente ou voluntária.

- Qualquer ideia ou pensamento conservado na mente, por meio da repetição, tem uma tendência para dirigir o corpo físico na transformação desse pensamento ou ideia no seu equivalente material. Qualquer ordem dada adequadamente à secção subconsciente da mente (por meio da lei da autossugestão) será executada, a menos que seja posta de lado por outra ordem mais forte.

- O subconsciente não indaga da fonte da qual recebe as ordens, nem investiga para saber da validade de tal ordem, mas procura imediatamente dirigir a musculatura do corpo para executar qualquer ordem recebida. Isto explica a necessidade de guardar muito bem a mente da qual recebemos sugestões pelo qual somos influenciados de modo sutil, em ocasiões e de maneira que o consciente não toma conhecimento.

- Cada movimento do corpo humano é controlado ou pela secção consciente ou pela secção do subconsciente da mente; que nenhum músculo podo mover-se antes de receber a ordem enviada de outra secção da mente.

Quando compreendermos perfeitamente este princípio, compreenderemos também o poderoso efeito que tem qualquer ideia ou pensamento que criamos por meio da IMAGINAÇÃO e que conservamos no consciente, até que a secção subconsciente tenha tempo de apoderar-se de tal pensamento e começar o trabalho da sua transformação no equivalente material.

Quando compreendermos o princípio através do qual a ideia é primeiramente colocada no consciente, e aí conservada até que o subconsciente a apanhe e dela se aproprie, teremos um conhecimento prático da Lei da Concentração.

Quando compreendermos esta relação prática entre a imaginação, o consciente e o subconsciente verão que o primeiro passo a dar para a realização de um objetivo principal definido é criar uma imagem perfeita do que desejamos. Essa imagem é impressa no consciente, por meio da Lei da Concentração, e ali conservada até que o subconsciente a apanhe e transforme na sua forma definitiva e desejada.


Adriana Santos

Título: Princípios Para Pensar Com Exatidão

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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