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Mapa astrológico – curiosidades

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
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Mapa astrológico – curiosidades

O Mapa astrológico, também conhecido como mapa astral ou mapa-natal, indica o posicionamento exato das estrelas e planetas no instante do nascimento de uma pessoa.
Como explicam os estudiosos da astrologia, esse posicionamento é capaz de interferir na personalidade e nos atributos pessoais, como por exemplo, o temperamento, talentos, dificuldades ou preferências. Portanto, fazer um mapa astrológico sobre um indivíduo pode ajudar a entender melhor sobre sua personalidade.

Signo solar – É o mesmo que signo pessoal. Os signos são identificados observando-se a posição em que o Sol estava no dia do seu nascimento, ele dita o tom central da sua personalidade. O seu signo é quem orienta o modo como você se enxerga a sua identidade. Resumindo, o signo indica qual é o tipo de ideologia e estilo de vida que você se identifica.

Signo ascendente – É o signo que estava subindo no horizonte leste quando você nasceu. Vários traços da personalidade vêm das características deste signo, que representa a forma como você age perante varias situações e a impressão que passa para outras pessoas, quando as conhece. Para que os resultados sejam assertivos, é necessário fornecer a hora exata (com precisão de minutos e segundos) do nascimento.

Signo lunar – Este signo é o que indica a posição da lua no instante em que você nasceu. Ele indica o lado mais sensível e emocional das pessoas. Além disso, é ele quem indica a forma como você encara e assimila as experiências pelas quais passa ao longo da vida. De forma geral, signo lunar é o responsável pelas emoções e pensamentos mais íntimos.

Os signos apresentados são os principais pontos analisados por meio da leitura do mapa astrológico, mas além deles existem outros. Ao redor desses três dados são verificados outros mais, como a localização dos planetas em relação aos signos, casas astrológicas e até aos ângulos formados. Somente com todas essas informações é possível realizar uma análise completa sobre a natureza de cada pessoa.

Mapa numerológico – Este mapa faz a análise da personalidade por meio de uma série de cálculos matemáticos desenvolvidos por Pitágoras. De acordo com a numerologia, cada letra do nome de um indivíduo corresponde a um número de 1 a 9. Cada um desses números possui um significado e a combinação deles resulta em diversos dados sobre os atributos pessoais e pode indicar algumas das experiências que a pessoa esta destinada.


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Título: Mapa astrológico – curiosidades

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários - Mapa astrológico – curiosidades

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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