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5 coisas boas que as pessoas dificilmente acreditam

Categoria: Outros
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Comentários: 6
5 coisas boas que as pessoas dificilmente acreditam

1. Todo mundo me odeia.
Esta é uma crença tóxica e uma ilusão, mas, infelizmente, uma grande proporção de pessoas infelizes cedam a isso, que é em grande parte por que eles são infelizes. Pessoas felizes enfrentam o mundo com uma dose saudável de curiosidade e indiferença. Eles estão interessados nos outros, ainda não tão dependente do ser amado de uma maneira específica. Fazer amigos leva tempo, e isso é tudo.

2. Eu não posso.
Se você acredita que é incapaz e deixa que essa crença incuta sua felicidade, então, finalmente, você está acreditando em falácia. A única maneira de melhorar e ter sucesso em qualquer coisa é tentar e tentar novamente.

3. Eu tenho algo a provar.
As pessoas infelizes buscam a felicidade através de aprovação. Infelizmente, essa aprovação é impossível de alcançar porque é causada por uma falta interna, que os mantém sempre se esforçando. A felicidade só pode ser alcançada através da autoaceitação. A sua é a única aprovação que você precisa.

4. Isso não importa.
"Isso não importa" é apenas uma desculpa. É o que as pessoas infelizes dizem a si mesmas para evitar o confronto quando elas foram maltratadas, ou a suportar uma falta de coragem quando elas não seguem os seus sonhos. Felicidade importa, sim. Respeito importa, sim Não descarte suas necessidades para evitar a responsabilidade de sua própria felicidade.

5. Que eu seria mais feliz, se eu fosse..........
Você sabe como é a sua rotina. Eu seria mais feliz, se eu fosse mais magra, mais bonita, mais inteligente. As pessoas felizes sabem que o segredo da felicidade é aceitar suas falhas e tudo. Não há problema em trabalhar para melhorar a si mesma, até mesmo quando estamos sempre em um estado de aprendizagem, mas não é bom para repreender a si mesma para as suas falhas. Concentre-se em seus pontos fortes.

6. Estou muito velho.
Você nunca é velho demais. Sim, isso pode parecer ridículo. E, pode ser mais difícil do que o esperado, mas nunca é tarde demais para escolher a felicidade. As pessoas felizes continuam escolhendo a felicidade a cada dia. A vida é imprevisível. A única coisa certa é que estamos todos a envelhecer um dia de cada vez, por isso não deixe manter-se feliz.


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Título: 5 coisas boas que as pessoas dificilmente acreditam

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 6 )    recentes

  • Patricia SantosPatricia Santos

    28-04-2014 às 00:32:43

    Muito bom..As vezes as coisas ruins vem antes das boas..é Deus preparando o seu caminho para um acontecimento bem melhor..

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    30-04-2014 às 20:07:49

    Com certeza, Patrícia. A Rua Direita agradece seu comentário!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoEntrudes

    27-04-2014 às 00:08:39

    Talvez sim talvez não ...mais tarde será revelado. !? ...mas o que? Vida , morte , alegria ao simplesmente Viver.

    Parabéns a Voce e a Mim. Eu gosto de mim, e eu não acredito em nada do que você fala aqui...

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    27-04-2014 às 17:41:07

    Obrigada pelo comentário, Entrudes. Como o próprio tema diz: "...as pessoas dificilmente acreditam". Mas, lá na frente você irá compreender melhor o que cada tópico quer dizer. Até!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAntunes

    26-04-2014 às 11:46:02

    Existem mais coisas, ou são só essas?

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    27-04-2014 às 17:38:30

    Existem mais sim, Antunes. Há coisas tão boas que nos acontecem, mas que rotulamos como ruins. Tudo o que ocorre neste mundo tem um propósito, até mesmo uma dificuldades, uma tragédia, cada sofrimento, dentre outros. Aprender a descobrir isso fará de você uma pessoa mais feliz e satisfeita, principalmente, quando você busca a Deus em todas as coisas. Romanos 8:28

    ¬ Responder

Comentários - 5 coisas boas que as pessoas dificilmente acreditam

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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