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Tirar o ciúme não é fácil, mas não é impossível

Categoria: Outros
Tirar o ciúme não é fácil, mas não é impossível

Seu segundo filho esta para nascer, é preciso ver e saber lidar com as diferentes reações e manifestações de insegurança de seu pequeno. São momentos muito difíceis para ele sempre que procura a mãe ela só está com o bebê no colo ou esta amamentando, quando acorda não encontra mais a mãe e nem o pai, as atenções agora esta só voltada para o bebê, e as visitas só querem saber do bebê, ultimamente tem sido assim a atenção só ele que tem. É preciso tomar uma atitude para retomar o posto roubado, e as estratégias podem ser diversas e de acordo com a sua idade, sua personalidade.

As crianças em idade de pré-escola, ou seja, de 3 a 6 anos são as que mais sofrem e apresentam dificuldades quando enfrentam essa situação. Elas se manifestam e ainda não estão preparadas para compreender e tolerar essa novidade, mas saiba também que os filhos com outras idades não encaram essas mudanças e situação tranquilamente, apesar de aceitar melhor essas transformações. Já os pequenos, menores de 3 anos, precisam de ajuda para dar nome a esse estranho sentimento de abandono engasgado no peito.algumas crianças tem ataques nervosos como cair no chão esperneando por nada, outras esnoba a mãe e o bebê, outros mostram sinais de regressão no comportamento, como: voltando a querer a mamadeira, chupar a chupeta, fazer xixi na cama, só quer comer se alguém der na boca, quer tomar banho na banheira junto com o bebê, outros até mesmo bate no bebê. Mas tenha paciência tudo isso é apenas uma palavrinha ciúmes.

As crianças não conhecem ainda este sentimento e não sabe se expressar de outra forma, por isso é que tentamos aqui ensinar a você trabalhar o emocional da criança, eles ainda são pequenos, para entender certas coisas que a cabeçinhas deles ainda não tem no seu raciocínio. Qualquer que seja a manifestação, a mensagem é uma só: eu estou morrendo de medo que o outro tome o meu lugar. Mas você mãe é a única que pode ajudar seu filho nessa hora, der a ele carinho e muito acolhimento físico, pois isso é mais importante do quer o verbal. Sempre que puder elogie, fale que o ama e que ele é sua preciosidade, ponha sempre que puder seu filho no colo, afinal nos primeiros meses no bebê fica a maior parte dormindo, e nestas horas você pode perfeitamente dedicar ao outro. As palavras jamais substituem o gesto de carinho, como o abraço gostoso e o beijo.

Waldiney Melo

Título: Tirar o ciúme não é fácil, mas não é impossível

Autor: Waldiney (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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