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Quinze Leis Do Triunfo Por Napoleon Hill: Parte II

Categoria: Literatura
Quinze Leis Do Triunfo Por Napoleon Hill: Parte II

Aqui está a segunda parte sobre as 15 Leis do Triunfo. Se você não leu a primeira parte, aconselho-o a ler, pois faz parte dos estudos de Napoleon Hill e que traz informações valiosas.

É bem importante estar aberto ao aprendizado para que ele possa ser bem aproveitado. Concentre-se em todos eles e aplique-os sempre.

7 – Autocontrole
É a balança com a qual controlamos o nosso entusiasmo, dirigindo-o para onde desejarmos.

8 - O hábito de produzir mais trabalho do que o que é pago
É uma das mais importantes lições de aplicação da “Lei do Triunfo”.

9 - Uma personalidade agradável
É o fundamento no qual devemos apoiar os nossos esforços, e, feito isso, de maneira inteligente, encontrar-se-á facilidade para remover montanhas.

10 - Pensar com segurança
É uma das pedras fundamentais de todo triunfo duradouro. Essa lição ensina a distinguir os “fatos” da mera “informação”.

11 - A concentração
Ensina como focalizar a nossa atenção sobre um dado assunto até que tenhamos traçado planos práticos para dominar a questão.

12 - A cooperação
Mostra o valor do trabalho em conjunto, em tudo o que fizermos.

13 - Tirar proveito dos fracassos
Ensina como fazer degraus decisivos dos erros e fracassos, passados e futuros.

14 - A tolerância
Ensina como evitar os desastrosos efeitos dos preconceitos religiosos de certas seitas e raciais que significam derrota para milhões de pessoas que se deixam prender nas malhas dos argumentos absurdos sobre tais assuntos, que envenenam seus próprios espíritos e fecham a porta à razão e à investigação.

15 - Praticando a regra de ouro
Ensina a fazer uso dessa grande lei universal de conduta humana, de tal maneira que se poderá, facilmente, conseguir a cooperação de qualquer pessoa ou grupo de pessoas. A falta de compreensão da lei sobre a qual repousa a filosofia da regra de ouro é uma das principais causas do fracasso de milhões de pessoas que permanecem na miséria, ou na pobreza, durante toda a vida.

O propósito dessas Quinze Leis é desenvolver -— ou ajudar a organizar — todo o conhecimento que o leitor possui e tudo o que adquirir para o futuro, de modo a permitir que tudo isso se transforme em força, em poder.


Adriana Santos

Título: Quinze Leis Do Triunfo Por Napoleon Hill: Parte II

Autor: Adriana Santos (todos os textos)

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Pulp Fiction: 20 anos depois

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Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

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Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

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