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Milionários Acidentais

Categoria: Literatura
Milionários Acidentais

«Milionários Acidentais» é um livro de Ben Mezrich, editado em 2010 pela Lua de Papel, que conta a história da criação do Facebook. Ao contrário do que se possa pensar, o Facebook nasceu de um crime praticado por dois génios, estudantes universitários, que buscavam a aceitação social. Um deles, Mark Zuckerberg, procurava ser reconhecido através de tentativas comuns, ditas “normais”; o outro, o seu inseparável amigo Eduardo Saverin, pelo contrário, isolava-se no seu mundo informático.

Um dia, Mark Zuckerberg invadiu os servidores da universidade de Harvard e deste pirateio surgiu a concretização da ideia de criar uma rede social na universidade (a ConnectU). O know-how de Mark foi decisivo e o “embrião” do Facebok estava criado, estendendo-se rapidamente a outras universidades. Era o início de um negócio de milhões, originado a partir de uma ideia genial e de um pequeno crime.

«Milionários Acidentais» é uma narração impressionante do momento mágico do nascimento de uma ideia e descreve a feliz sucessão de acasos que ocasionaram uma das maiores fortunas do mundo (actualmente o Facebook tem uma média de 300 milhões de utilizadores e a empresa está avaliada em 15 mil milhões de dólares).

O sonho de sucesso dos jovens empreendedores parecia estar a materializar-se, mas como «não há bela sem senão», as desavenças começaram e foram abrindo caminho ao que havia de constituir a ruptura total, acabando a sua grande amizade na barra dos tribunais.

O Facebook surgiu da necessidade que os seus autores tinham de conhecer outras pessoas, nomeadamente raparigas. Portanto, a história da criação do Facebook engloba genialidade, sexo, dinheiro e traição. Inicialmente, era quase como um concurso de “misses”, cujas fotos eram colocadas on-line e sujeitas a votações por parte dos colegas. Mark pôde perceber a curiosidade e o interesse que os alunos tinham em saber coisas dos colegas e o conceito da rede social nascida em 2004 foi ganhando forma. Os pedidos de amizade sucederam-se e, em 2006, esta comunidade de amigos na Internet estendeu-se aos quatro cantos do globo, mudando a vida dos seus muitos utilizadores.

A trama de «Milionários Acidentais» desenrola-se, ao longo das suas 232 páginas, com ritmo de thriller e está a ser adaptada para cinema, com produção de Kevin Spacey (produtor de «Beleza Americana»), argumento de Aaron Sorkin (que se destacou no filme «Os Homens do Presidente») e realização de David Fincher (cujo trabalho em «Seven» e «Clube de Combate» foi notável).


Maria Bijóias

Título: Milionários Acidentais

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários - Milionários Acidentais

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Fine and Mellow

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Tema: Música
Fine and Mellow\"Rua
"O amor é como uma torneira
Que você abre e fecha
Às vezes quando você pensa que ela está aberta, querido
Ela se fechou e se foi"
(Fine and Melow by Billie Holiday)

Ao assistir a Bio de Billie Holiday, ocorreu-me a questão Bluesingers x feminismo, pois quem ouve Blues, especialmente as mais antigas, as damas dos anos 10, 20, 30, 40, 50, há de pensar que eram mulheres submissas ao machismo e maldade de seus homens. Mas, as cantoras de Blues, eram mulheres extremamente independentes; embora cantassem seus problemas, elas não eram submissas a ponto de serem ultrajadas, espancadas... Eram submissas, sim, ao amor, ao bom trato... Essas mulheres, durante muito tempo, tiveram de se virar sozinhas e sempre que era necessário, ficavam sós ou mudavam de parceiros ou assumiam sua bissexualidade ou homossexualidade efetiva. Estas senhoras, muitas trabalharam como prostitutas, eram viciadas em drogas ou viviam boa parte entregues ao álcool, merecem todo nosso respeito. Além de serem precursoras do feminismo, pois romperam barreiras em tempos bem difíceis, amargavam sua solidão motivadas pelo preconceito em relação a cor de sua pele, como aconteceu a Lady Day quê, quando tocava com Artie Shaw, teve que esperar muitas vezes dentro do ônibus, enquanto uma cantora branca cantava os arranjos que haviam sido feitos especialmente para ela, Bilie Holiday. Foram humilhadas, mas, nunca servis; lutaram com garra e competência, eram mulheres de fibra e cheias de muito amor. Ouvir Billie cantar Strange Fruit, uma das primeiras canções de protestos, sem medo, apenas com dor na alma, é demais para quem tem sentimentos. O brilho nos olhos de Billie, fosse quando cantava sobre dor de amor ou sobre dor da dor, é insubstituível. Viva elas, nossas Divas do Blues, viva Billie Holiday, aquela que quando canta parte o coração da gente; linda, magnifica, incomparável, Lady Day.

O amor vai fazer você beber e cair
Vai fazer você ficar a noite toda se repetindo

O amor vai fazer você fazer coisas
Que você sabe que são erradas

Mas, se você me tratar bem, querido
Eu estarei em casa todos os dias

Mas, se você continuar a ser tão mau pra mim, querido
Eu sei que você vai acabar comigo

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Sayonara Melo

Título:Fine and Mellow

Autor:Sayonara Melo(todos os textos)

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