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Linux, sistemas operativos eficientes

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Informática
Comentários: 1
Linux, sistemas operativos eficientes

Um sistema operativo é responsável pela gestão principal do nosso computador. Tipicamente quando compramos um computador compramos também um sistema operativo incluído, normalmente as opções são Windows se comprarmos um PC ou Mac OS se optarmos por um computador Apple.
Apesar do que é habitualmente feito, existe um sistema operativo de referência desde os primórdios da informática, chamado Linux. Este sistema é Open Source, o que significa que qualquer um o pode usar gratuitamente e até mesmo alterar o seu código fonte, colaborando com uma comunidade de forma a permitir a sua constante evolução.

As vantagens em usar Linux são imensas, mas devemos destacar o facto de todo o seu funcionamento ser mais eficaz, principalmente a nível de otimização de recursos da máquina.
Existe, na opinião de muitos, apenas uma condição para usar Linux, não pode depender de nenhum software exclusivo da Apple ou da Microsoft, pois não são feitas versões para Linux. Normalmente os jogos mais atuais também não são desenvolvidos para sistemas Open Source.
Existe também a possibilidade de instalarmos o sistema Linux como um segundo sistema operativo, permitindo assim selecionar o sistema que queremos usar antes da máquina iniciar. Este processo é configurado num interface durante a fase de instalação e está ao alcance de qualquer um.

Para alguns será mais interessante que para outros, contudo é um sistema operativo que todos deviam experimentar, principalmente se a máquina onde for instalado for antiga ou tiver poucos recursos.

Com o passar dos anos as várias comunidades foram crescendo dando origem a várias distribuições de Linux, todas elas com características especificas e com permanentes atualizações mantendo na sua essência a mesma base, o melhor sistema operativo jamais desenvolvido, na opinião de muitos de nós.

Podemos facilmente encontrar referências das várias distribuições na Web de forma a encontrar a que mais se adequa ás nossas necessidades. Algumas são mais interessantes para principiantes outras para utilizadores avançados. Encontramos também sem qualquer dificuldade suporte para a maioria das nossas dúvidas, de outra forma podemos sempre deixar a nossa questão no fórum da distribuição, existem milhares de pessoas em todo o mundo disponíveis para nos ajudar a resolver a nossa questão.


Ruben Gonçalves

Título: Linux, sistemas operativos eficientes

Autor: Ruben Gonçalves (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãorui antunes silva caarvalho

    19-06-2014 às 07:31:57

    muito bom texto sobre Linux, sistemas operativos eficientes

    ¬ Responder

Comentários - Linux, sistemas operativos eficientes

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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