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Ter uma loja

Categoria: Empresariais
Comentários: 2
Ter uma loja

Ter uma loja faz parte dos sonhos de muito boa gente. Poder montá-la e ganhar o suficiente para a manter já compõe uma realidade que depende bastante da queda para o negócio e da capacidade pessoal e profissional dos candidatos.

Às vezes, não nos damos conta do que significa ter a porta de um estabelecimento aberta até que ela se feche. Definitivamente, e não apenas porque cumpre o horário de abertura, “fechadura” e “aviamento”.

As lojas são espaços onde se desenvolve uma relação entre quem está do lado de dentro e de fora do balcão. Não raras vezes, estabelece-se um vínculo de amizade ou, pelo menos, de simpatia recíproca.

É claro que, para isto, é preciso que quem entra não esteja encapuçado, a apontar uma arma com uma mão e com a outra a caixa registadora. Neste caso, a relação seria mais de medo, a tender para o pânico, num cenário de violência “lojística”.

Embora qualquer tipo de loja possa estar na mira dos larápios, há recheios mais atraentes e convidativos. Por exemplo, assaltar joalharias é algo que está, indubitavelmente, na moda.

Os proprietários sempre se enervam um bocado e tomam providências no sentido da reparação dos estragos, mas quanto ao prejuízo não têm de se preocupar: basta accionar o seu seguro contra todos os riscos que as Seguradoras, comungantes da honestidade dos Bancos, num instante tratam do problema.

Isto, evidentemente, se a designação “todos os riscos” englobar aquele (s) que se pretende (m) cobrir, o que, no panorama geral, não é comum.

A propósito de raridades, também não é fácil encontrar um edifício a que um sonhador exigente possa chamar de “a minha loja”, mas hoje em dia a tecnologia pode ajudar. Que tal um GPS ao serviço do comércio?


Rua Direita

Título: Ter uma loja

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: Design Conversation

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoGuida

    11-05-2014 às 00:07:31

    Gostei do texto como ter uma loja, mas a minha pergunta é e para ter uma loja virtual? Pode me ensinar?

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    12-05-2014 às 03:35:22

    A Rua Direita agradece! Para ter uma loja virtual é importante saber qual o segmento que você quer atuar: se roupas femininas, calçados, bijuterias, produtos importados, enfim, há grandes variedades de produtos e é preciso escolher para evitar um investimento sem retorno. Existe a loja virtual da Magazine Luiza, segue o link e se informe:
    http://www.magazineluiza.com.br/parcerias/
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Ter uma loja

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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