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Franchising, um bom negócio?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Empresariais
Comentários: 2
Franchising, um bom negócio?

Para quem está a pensar abrir um negócio por conta própria, o Franchising pode de facto ser uma boa opção, mas como em tudo existem os prós e os contras e a primeira coisa a fazer será informar-se sobre todos os aspetos inerentes a um negócio em Franchising.

De entre os pontos positivos deve-se salientar o facto de a marca já estar implementada no mercado – se escolher uma marca com provas dadas saberá desde o início que o modelo de negócio funciona e por isso o risco é muito menor. Apenas que terá que seguir as diretrizes que lhe serão transmitidas e em princípio o negócio também irá resultar para si. Isto é verdade na maior parte dos casos, no entanto dependendo do meio (cidade, vila, etc.) em que vai abrir o franchising os resultados poderão ser bastante diferentes. Outro ponto positivo é que em muitas das oportunidades de franchising as marcas providenciam soluções chave na mão. Você não precisa de ter conhecimentos nem de se preocupar com a “montagem” do seu ponto de venda (se for o caso). A empresa fará tudo por si e dar-lhe-á formação sobre os produtos e sobre as ferramentas de gestão da loja. Normalmente, terá também uma pessoa da empresa que estará disponível para esclarecer todas as dúvidas e apoiar nas questões relacionadas com o seu franchising.

Em relação aos pontos negativos, deve ter em conta que lhe será exigida uma joia de inscrição de Franchisado. Depois e conforme cada marca, poderá ter que pagar uma joia anual (que tem que ver com os direitos de uso e exploração da marca) e ceder uma parte dos lucros anuais ao Franchisador. Noutros casos são ainda impostos objetivos mínimos anuais – por exemplo objetivos relacionados com volumes de vendas – e que caso não sejam atingidos implicam a perda imediata dos direitos de franchising. Este é um ponto muito importante e que deverá ponderar e analisar profundamente uma vez que caso haja uma cláusula deste género no seu contrato de Franchising existe obviamente o risco de estar a investir (joia de inscrição, produtos, etc.) e passado 1 ano ficar sem nada. Esta e outras situações devem ser acauteladas de modo a não ficar com as “mãos atadas”.

O importante é que analise todas as ofertas disponíveis e que escolha aquela que mais gosta e que melhor se adapta a si (à sua personalidade, aos seus conhecimentos…) e que apresente as melhores condições contratuais. Em seguida, faça o seu próprio plano de negócios tendo em conta o meio envolvente em que iria abrir o seu Franchising para verificar o verdadeiro potencial da Oportunidade de Negócio. Se achar que há mercado e que estão reunidas todas as condições para ter sucesso então o Franchising pode ser uma boa saída.

Carlos Vieira

Título: Franchising, um bom negócio?

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • laurentino santoslaurentino santos

    30-05-2011 às 12:43:21

    bom dia. posso abrir um franchising de uma cadeia da lojas dos chineses? muito obrigado

    ¬ Responder
  • weldawelda

    06-12-2010 às 16:37:42

    gostaria de saber tudo e como trabalhar nesse negocio o q devo fazer ??

    ¬ Responder

Comentários - Franchising, um bom negócio?

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Um sinal de compromisso

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

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