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Porquê cereais integrais

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Comentários: 2
Porquê cereais integrais

Trigo, aveia, cevada, milho, arroz, todos os cereais são bons, mas integrais são ainda melhores.

Cada vez mais se fala, e ouve falar, dos benefícios dos cereais integrais para a saúde. Não deve haver quem ainda não tenha ouvido discursar sobre eles, mormente ligados aos cereais de pequeno-almoço. Estudos científicos revelam de que maneira o consumo de cereais integrais, inserido numa alimentação saudável e equilibrada, pode ajudar a manter a saúde do coração e do organismo em geral.




Na verdade, os cereais integrais são muito mais do que fibra. E, como o próprio nome designa, sendo integrais encerram todos os elementos do cereal. O farelo é a camada exterior, rica em fibra. Esta camada mais grossa do grão do cereal inclui quantidades concentradas de fibras, vitaminas do complexo B, proteínas, minerais e substâncias provenientes da planta. O endosperma é a zona do meio, amilácea. É a camada maior e funciona como principal depósito de energia da planta. Contém hidratos de carbono, proteínas e pequenas quantidades de vitaminas B. O gérmen é a parte interior, com abundância de nutrientes. Apesar de ser a componente mais pequena do grão, tem muitos nutrientes. Por ser a partir daqui que se originam as novas plantas, o gérmen armazena grandes porções de nutrientes indispensáveis: proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina E.

Quando o cereal é moído ou refinado, o farelo e o gérmen são removidos, ficando somente o endosperma. A maior parte do valor nutricional perde-se, já que é no farelo e no gérmen que se encontra a maior concentração de nutrientes. Cada componente do cereal integral possui um valor nutricional próprio, mas é a combinação de todas elas que gera o conjunto único e eficiente dos benefícios dos cereais integrais.

Dado que os cereais integrais incluem hidratos de carbono complexos, fibras e proteínas, quando ingeridos ao pequeno-almoço, os níveis de saciedade tendem a equilibrar-se ao longo da manhã, contribuindo para a manutenção do peso. Isto é uma boa notícia para quem tem problemas com a “linha”, mas não deixa de ser importante para qualquer pessoa que queira velar pelo seu bem-estar global.

Pesquisas recentes indicam que as fibras ajudam a controlar os índices de insulina e de açúcar no sangue (glicémia), e ratificam que os indivíduos que apresentam um coração mais saudável são aqueles que optam por alimentos integrais, no contexto de uma nutrição baixa em calorias e de um estilo de vida saudável.


Maria Bijóias

Título: Porquê cereais integrais

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • ivan fonseca souzaivan fonseca souza

    02-03-2010 às 13:47:44

    ola querido. Tenho uma sugestao. Esse seu acido urico elevado é causado por alimento que nao combina com seu sangue. E nao por cerais integrais. Exemplo. Se seu sangue for B, o milho, a soja, e o trigo são verdadeiros venenos. Ao usa-los, voce pode ter serios problemas de saude. Digo isso por estudo e experiencia. DEixar de ingerir esses alimentos, para pessoas de sague B, é trazer de volta sua saude a um preço muito baixo. VEja seu tipo sanguineo e siga a lista de alimentos que são beneficos e neutos. Voce vai encontrar num livro, recem lançado: Viva bem com seu tipo sanguineo. Nao sou vendedor deste livro, mas curei minhas enternas gripes que sempre num periodo dos ultimos 30 anos. Qualquer duvida, manda ver... Os medicos nao conhecem essa reeducação alimentar.

    ¬ Responder
  • marcelomarcelo

    12-07-2009 às 03:05:58

    Estou com o acido úrico elevado, e o meu médico me disse que tenho que evitar os cerais integrais, pois bem, gostaria de saber quais os alimentos são considerados cereais integrais, queria uma lista deles.

    ¬ Responder

Comentários - Porquê cereais integrais

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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