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Voracidade Alimentar - Uma Doença do Séc. XXI

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Voracidade Alimentar - Uma Doença do Séc. XXI

Em primeiro lugar precisamos entender o significado da expressão voracidade alimentar. Este termo divide-se em duas palavras como se vê, e a primeira revela-nos um ímpeto incontrolável, uma sofreguidão relativamente ao segundo, a alimentação.

Todas as pessoas em algum momento das suas vidas sentem isto relativamente a toda a comida ou relativamente a algum alimento em particular, isto quando repentinamente temos uma vontade incontrolável de comer uma coisa qualquer. Normalmente este ímpeto está relacionado com uma insatisfação qualquer a que o nosso organismo reage desta forma. Isto acontece como disse anteriormente com toda a gente uma vez ou outra, mas tem maior incidência em determinadas classes de pessoas, nomeadamente durante a gravidez, ou durante um período de restrição alimentar, seja essa restrição motivada, seja por que motivo for.

Finalmente nem com todas as pessoas, esta voracidade é momentânea ou esporádica, pessoas há que vivem esta situação como um drama de todos os dias, não podem ver comida, seja ela qual for, embora naturalmente, esta voracidade siga as tendências preferenciais do indivíduo afetado.

À medida que o tempo passa estas condições vão-se necessariamente agravando e a pessoa tem cada vez mais dificuldade em se segurar não ingerindo mais do que lhe convém. Como sabemos a maioria das pessoas que não fazem contas à sua alimentação, comem mais do que lhes está determinado pelos critérios das organizações de saúde, todavia, nem sempre isto assume a importância de um problema, mas quando o peso da pessoa começa a aumentar sem controle, ou quando começas a aparecer alguns problemas de saúde como colesterol, diabetes ou hipertensão, há que parar para pensar o que fazer.

Na verdade, devemos parar para pensar antes de termos um problema, mas como muitas vezes é um problema que nos alerta para qualquer coisa que não está bem e que veio a desencadear esse problema, pelo menos devemos mater todos os nossos sentidos alerta no sentido de minimizar as consequências desta compulsão.

Mais do que um desequilíbrio alimentar, a voracidade alimentar é uma doença, e quem a tem necessita de ajuda porque sozinho não conseguirá resolver o problema. Em primeiro lugar o paciente precisa tomar consciência dos motivos que desencadearam este processo, só depois disto poderemos avançar para uma alteração dos hábitos alimentares, criar uma dieta apropriada e finalmente conseguir perder peso.

Na maioria das vezes as pessoas pensam que o problema que têm é peso a mais, mas isto nada mais é do que uma consequência, a outros problemas, normalmente do foro psicológico ou emocional, e isto necessita invariavelmente de apoio de profissionais competentes e abalizados para avaliar a situação do utente.


Ana Sebastião

Título: Voracidade Alimentar - Uma Doença do Séc. XXI

Autor: Ana Sebastião (todos os textos)

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Comentários - Voracidade Alimentar - Uma Doença do Séc. XXI

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Um sinal de compromisso

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Jóias Relógios
Um sinal de compromisso\"Rua
Exibir uma aliança de compromisso é, frequentemente, motivo de orgulho e, quando se olha para ela, vai-se rodando-a no dedo e fica-se com aquela expressão ridícula na cara.

Uma questão se coloca: qual a razão de estas alianças de compromisso serem tão fininhas: será porque os seus principais clientes, os jovens, são sujeitos de poucas posses (tendendo as mesadas a emagrecer ainda mais com a crise generalizada) ou porque esse compromisso, não obstante a paixão arrebatadora, é frágil e inseguro?

Sim, porque aqui há que fazer cálculos matemáticos: x compromissos vezes y alianças…com um orçamento limitado sobre um fundo sentimental infinito…

Depois, importa perpassar os tipos destas alianças. Há as provisórias, que duram em média quinze dias; há as voadoras, que atravessam os ares à velocidade da luz quando a coisa dá para o torto; há as que insistem em cair do dedo, sobretudo em momentos em que ter um compromisso se revela extremamente inoportuno; e depois há as residentes, que uma vez entradas não tornam a sair.

Os pombos-correios usam anilhas onde figuram códigos que os identificam. Talvez não fosse completamente descabido fazer umas inscrições deste género em algumas alianças de compromisso por aí…

Só para ajudar os mais esquecidos a recordarem a que “pombal” pertencem.

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Comentários

  • Luene ZarcoLuene

    22-09-2014 às 05:46:10

    Um sinal de amor e lealdade perpétua! Adoro ver os vários modelos de aliança! Vale a pena escolher uma bem bonita!

    ¬ Responder

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