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O que leva um homem a colocar ponto final em uma relação

Categoria: Outros
Comentários: 1
O que leva um homem a colocar ponto final em uma relação

Os motivos que levam um homem a colocar ponto final em uma relação é muito relativo, tanto como para uma mulher. As relações humanas, principalmente entre um casal, exigem paciência, tolerância, cumpricidade, companheirismo, paixão, amor, admiração, interesse, afeto, atividade sexual, objetivos, etc...

Uma das queixas mais comuns no fim de uma relação é a traição, quando o homem tem uma relação fora, com outra pessoa, talvez, por uma questão de desgaste ele procure encontrar em outra mulher uma nova vida, uma fulga do quotidiano e ao querer alimentar a idéia de que essa outra pessoa dar um novo sentido a vida que parece tão gasta. A mulher desse homem, jamais deve se sentir culpada diante dessa causa por parte do homem em ter outra pessoa, cabe dizer que para se ter uma relação precisa-se dos dois, portanto os dois se equivocaram e não apenas um, como se costuma pensar, alguma coisa aconteceu, ou foi um sentimento que não amadureceu e acabou, ou o homem, o que é muito comum, com o tempo, espera que a mulher esteja exatamente como quando se conheceram, só que é algo impossível, estamos sofrendo mudanças diárias, é que na maioria das vezes náo percebemos, faz parte do sistema evolutivo da idade biológica, psicológica. Ninguém fica estático, o amadurecimento acontece a medida que se vai vivênciando novas fases da vida, não estamos nos referindo a idade cronológica, as mudanças que podem ser profissionais, intelectuais, entre outras.

Outro motivo também comum, é quando o homem quer que a mulher ceda aos seus caprichos e quando percebe que o que está querendo não se concretizará, perde o interesse, mesmo que a princípio tenha encontrado resistência na mulher, quer acreditar que a relação se tornando estável conseguirá, mesmo sem querer rotular, essa é uma atitude típica de infantilismo e de egoísmo. É evidente que a intenção nessa abordagem não é generalizar, dizer que todos os homens tem as mesmas atitudes, não; de modo algum, até porque muitos homens ajem e pensam completamente diferente das situações que foram citadas, por tanto, é bom deixar claro que não há um ser humano sequer igual ao outro, nem mesmo irmãos gêmeos.

Tem outro motivo também conhecido, que é o de procurar na mulher uma continuidade da mãe, uma companheira que o trate com o mesmo mimo, que ele possa deixar as ropas jogadas em cima da cama, toalhas no chão do banheiro, que faça os pratos com o mesmo sabor e por aí vai, é o tipo de relação que ele nutrirá a idéia de que vive melhor como solteiro na casa da mãe.

Em todos esses motivos, vê-se que o homem colocou um ponto final na relação por imaturidade e não por cupa de um dos dois.


Sílvia Baptista

Título: O que leva um homem a colocar ponto final em uma relação

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • edith judithedith judith

    22-04-2011 às 22:20:27

    os homens são uns canalhas

    ¬ Responder

Comentários - O que leva um homem a colocar ponto final em uma relação

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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