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Não temo pela humanidade

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Não temo pela humanidade

Olhei recentemente uma frase de Thomas Jefferson em que este diz “Eu temo pela humanidade quando penso que Deus é justo.". Parei para pensar nesta frase porque concordo plenamente com ela, e se pensarmos friamente todos nós poderemos ser enrolados na cilada do nosso próprio parecer esquecendo-nos que esta é uma verdade plena.

Deus é justo, e a humanidade é o cúmulo da injustiça. Quando falamos de injustiça, os nossos sentidos afastam-se quase sempre de nós próprios e fixam-se nos políticos por exemplo, porque legislações atuais e tomadas de posição políticas recentes arrastam o nosso povo para aquilo que chamamos de injustiça social. No entanto existem outras injustiças. Quando olhamos as situações de vida à nossa volta, quer elas ocorram nos nossos postos de trabalho, quer ocorram no seio da família ou noutra parte qualquer, sempre conseguimos encontrar pequenos atos de injustiça, os nossos próprios atos, são muito mais indecifráveis por nós mesmos, mas devemos saber outros haverão de os dissecar e julgar segundo os seus próprios conceitos de justiça, tal como nós o fazemos relativamente aos seus atos.

Com Deus ocorre de forma diferente. Ele é justo, Ele é a pessoa que criou a justiça, e por isso, Ele, o justo juiz julgará com equidade as atitudes dos homens, segundo a lei que Ele mesmo criou, e que deixou como legado para cada um de nós. A sua lei, a Bíblia Sagrada, é o livro mais lido no mundo em todos os tempos, porém, não me parece o mais atendido, porque todos nós, por muito que tentemos acertar, falharemos sempre numa ou noutra situação… e segundo esta própria lei, estaríamos perdidos, segundo encontramos em Romanos 3:23 “Porque todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus”.

Todos sem exceção temos falhado, temos pecado, temos aborrecido a Deus, e este Deus de quem tão insistentemente apregoamos o amor é também um Deus justo, segundo a sua própria medida de justiça, que é a medida perfeita, uma vez que Ele é Deus…

Então, um dia o amor deste Deus perfeito, resolveu solucionar o nosso problema enviando o seu único filho para nos salvar dos nossos pecados, para nos aliviar o fardo e para nos posicionar relativamente a Ele de uma forma capaz de recebermos o seu benefício. Segundo João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”.

Não temo pela humanidade, porque Deus deu o escape para quem quiser apossar-se dele. Estende a tua mão para os céus e clama. Ainda é tempo de retornar para este Deus amante e salvador que espera por quem quiser recebê-lo. O dia é hoje. Amanhã poderá ser tarde demais!


Ana Sebastião

Título: Não temo pela humanidade

Autor: Ana Sebastião (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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Título:Martelos e marrettas

Autor:Rua Direita(todos os textos)

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