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A febre das redes sociais

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Internet
Visitas: 172
Comentários: 3
A febre das redes sociais

A internet é relativamente nova entre nós porém ela muda muito rapidamente , sites que há pouco tempo atrás eram um tremendo sucesso em pouco tempo podem cair e sumir assustadoramente substituídos por novos sites e novas idéias.

O contrário também é verdadeiro, sites que ninguém nunca tinha ouvido falar, podem surgir e explodir em popularidade de repente, trazendo fama e fortuna aos criadores.

Porém uma das maiores febres atualmente na internet são as redes sociais, que vieram ao que parece para ficar definitivamente entre nós.

Facebook, Twiteer, Google +, Linkdln, Orkut, My Space, Badoo, dentre outras dezenas de redes sociais, mudaram totalmente o conceito de como se relacionar, hoje nossa popularidade é medida em termos de quantos fans temos no facebook, quantos seguidores possuimos no Twitter e quantas pessoas nos circularam no Google +.




Mas que isso, a explosao das redes sociais fez com que cidadãos comuns, como você e eu ficásssemos em pé de igualdade com qualquer um, hoje vemos consumidores insatisfeitos com determinada empresa reclamarem abertamente nas redes sociais e terem suas reclamações respondidas mais rapidamente do que se tentasse falar com o SAC da empresa.

Vemos pessoas comuns elogiarem ,criticarem e dialogarem com celebridades e ídolos que antes eram praticamente inacessíveis ao cidadão comum.

E mais do que isso vemos notícias serem espalhadas mais rapidamente pelas redes sociais do que pela mídia tradicional, vemos pessoas desaparecidas sendo encontradas através de divulgação no Facebook, vemos namoros e casamentos surgirem tendo como intermediário as redes sociais e também com certeza namoros e casamentos são rompidos devido as redes sociais.

Vemos jovens ficarem milionários quase instantaneamente, e vemos nomes como You Tube, Google, Facebook serem mais familiares que a Coca Cola.

O mundo ficou menor com a tecnologia disponível hoje, podemos intergair instantaneamente com pessoas do mundo todo, compartilhando fotos e notícias em tempo real, através de nossos computadores, tablets e smartphones.

É como se vivéssemos em outro mundo, totalmente diferente de um mundo de 30 anos atrás, onde a única maneira de conseguirmos informações era através do radio, tv, revistas e jornais, hoje qualquer pessoa pode ser um jornalista on line, um divulgador de notícias e isso é feito com a velocidade de um clique.

Enfim, a internet e as redes sociais democratizaram e nivelaram o mundo, quem ficar fora hoje em dia do mundo virtual corre sério risco de ficar obsoleto e a tendência é cada vez mais o mundo digital fazer parte de nossas vidas.


Nilson Empreendedor

Título: A febre das redes sociais

Autor: Nilson Empreendedor (todos os textos)

Visitas: 172

783 

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    24-10-2014 às 13:18:46

    É verdade! Hoje as redes sociais possibilitam a rapidez das informações de forma assustadora. Milhares de pessoas estão conectadas diariamente. Isso é bom e ruim, pois tem tirado as pessoas do seu convívio pessoal ficando atrelados apenas ao virtual. É preciso ter equilíbrio!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    08-05-2014 às 18:34:35

    As redes sociais tomaram espaço em diferentes lugares do mundo. As pessoas estão conectadas o dia todo e chega a ser um exagero. Vieram com tudo e deve-se apenas ter cuidado com algumas situações como a privacidade.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFlávio

    28-06-2013 às 05:59:35

    Boas.

    Eu tenho 29 anos, sou homem, e nunca na minha vida criei nenhuma rede social.

    Inclusivamente, há novas mer-das modernas e o caraças como compuiitadores em Apple (nunca na vida usarei, nunca trocarei o meu portátil clássico por nada) e tenho o mesmo celular (telemóvel) desde os 15 anos, apenas para comunicações importantes.

    Nunca aderi a nenhuma rede social e nem o farei, até porque eu detesto ter que tirar fotografias, sinceramente!

    Tablets e smartphones não tenho, só tenho e terei para sempre o meu PC de há mais de 10 anos e o meu celular de há 15 anos atrás.

    Não vejo interesse nenhum em ter uma foto minha especada na Internet!

    Não vou ter, por opção própria, rede social nenhuma e sou um analfabeto nessas cenas todas e o meu trabalho, o meu dinheiro, o meu pc e o meu celular simples antigo satisfazem as minhas necessidades básicas, que é o que, em minhas concepções simplistas, mais importam!

    Flávio

    ¬ Responder

Comentários - A febre das redes sociais

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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