Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Internet > Facebook na infância/adolescência

Facebook na infância/adolescência

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Internet
Comentários: 1
Facebook na infância/adolescência

Só é permitido fazer parte do facebook a partir dos 13 anos. No entanto são ínumeras as crianças mais novas que andam por lá...

A tendencia é entrar cada vez mais cedo, segundo um estudo feito, a partir dos 8 anos é comum os miudos despertarem o interesse para o mundo das redes sociais, mas é aos 11 anos que eles começam mesmo a atormentar os pais para abrirem um perfil no facebook. Depois é dificil de os convencer do contrário, porque os amigos têm, porque os pais têm, enfim, porque toda a gente tem. Mas será isto saudável?

Segundo os psicólogos, a rede social rouba um tempo precioso e, hoje em dia, rivaliza com a brincadeira e com as atividades criativas e desportivas indispensáveis, entre os oito e os 13 anos, para o desenvolvimento de novos centros de interesse e para a afirmação da personalidade. Ainda para mais, aos oito anos, eles não têm o distanciamento necessário para exporem a sua vida privada sem correr riscos. Isto, porque uma grande percentagem dos miúdos fornecem informações muito pessoais e usam a sua verdadeira identidade, e muitas vezes aceitam como amigo alguém que nunca viram, concluindo, fazem uso do facebook de
uma forma muito inocente.

Se não conseguir deter os seus filhos no uso do facebook, então é conveniente dar-lhes a conhecer ou consultar com eles os sites (e-Enfance ou Action Innocence) e dar-lhes as ferramentas necessária para os ajudar a construir parâmetros de confidencialidade. E não se esqueça que embora a maioria deles diga que conhece esses parâmetros de confidencialidade, não vá na conversa, pois podem não os saber usar.

Depois, existe a tendencia de os pais deixarem os filhos abrirem um perfil no facebook com a condição de serem seus amigos na rede social, pois acham que assim os podem controlar. Mas, os psicólogos acham que não é muito boa ideia porque a adolescência é um periodo em que se procura uma demarcação da influencia dos pais para construir a própria personalidade.
Em contraparida com os adultos jovens, é aconselhável terem os pais no seu grupo de amigos, porque isso permite manter os laços.

E voçê pergunta, então se não é favorável para as crianças terem facebook porque é permitido? Porque não é rigoroso o controle, e as crianças quando criam o perfil no facebook colocam o ano de nascimento errado.

O site da Comissão Nacional de Proteção de Dados (www.cnpd.pt) e o Projeto Dadus (dadus.cnpd.pt/) disponibilizam informação e os procedimentos que os pais devem ter.

E você, acha que as crianças podem ter facebook, em segurança?


Cristina Queiros

Título: Facebook na infância/adolescência

Autor: Cristina Queiros (todos os textos)

Visitas: 0

637 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    27-10-2014 às 12:59:58

    Verdade! Cada vez mais cedo, essas crianças desertam a curiosidade de entrar na onda das redes sociais. Infelizmente, tornam-se escravas e acabam por se prejudicar. Assim, os pais precisam estar em alerta para saber controlar esse uso. Uma grande missão na vida deles.

    ¬ Responder

Comentários - Facebook na infância/adolescência

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Pulp Fiction: 20 anos depois

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Arte
Pulp Fiction: 20 anos depois\"Rua
Faz hoje 20 anos que estreou um dos mais importantes ícones cinematográficos americanos.

Pulp Fiction é um marco do cinema, que atirou para a ribalta Quentin Tarantino e as suas ideias controversas (ainda poucos tinham visto o brilhante “Cães Danados”).

Repleto de referências ao cinema dos anos 70 e com uma escolha de casting excepcional, Pulp Fiction conquistou o público com um discurso incisivo (os monólogos bíblicos de Samuel L. Jackson são um exemplo disso), uma violência propositadamente mordaz e uma não linearidade na sucessão dos acontecimentos, tudo isto, associado a um ritmo alucinante.

As três narrativas principais entrelaçadas de dois assassinos, um pugilista e um casal, valeram-lhe a nomeação para sete Óscares da Academia, acabando por vencer na categoria de Melhor Argumento Original, ganhando também o Globo de Ouro para Melhor Argumento e a Palma D'Ouro do Festival de Cannes para Melhor Filme.

O elenco era composto por nomes como John Travolta, Samuel L. Jackson, Bruce Willis, Uma Thurman e (porque há um português em cada canto do mundo) Maria de Medeiros.

Para muitos a sua banda sonora continua a constar na lista das melhores de sempre, e na memória cinéfila, ficam eternamente, os passos de dança de Uma Thurman e Travolta.

As personagens pareciam ser feitas à medida de cada actor.
Para John Travolta, até então conhecido pelos musicais “Grease” e “Febre de Sábado à Noite”, dar vida a Vincent Vega foi como um renascer na sua carreira.

Uma Thurman começou por recusar o papel de Mia Wallace, mas Tarantino soube ser persuasivo e leu-lhe o guião ao telefone até ela o aceitar.

Começava ali uma parceria profissional (como é habitual de Tarantino) que voltaria ao topo do sucesso com “Kill Bill”, quase 10 anos depois.

Com um humor negro afiadíssimo, Tarantino provou em 1994 que veio para revolucionar o cinema independente americano e nasceu aí uma inspirada carreira de sucesso, que ainda hoje é politicamente incorrecta, contradizendo-se da restante indústria.

Pulp Fiction é uma obra genial. Uma obra crua e simultaneamente refrescante, que sobreviveu ao tempo e se tornou um clássico.
Pulp Fiction foi uma lição de cinema!

Curiosidade Cinéfila:
pulp fiction ou revista pulp são nomes dados a revistas feitas com papel de baixa qualidade a partir do início de 1900. Essas revistas geralmente eram dedicadas às histórias de fantasia e ficção científica e o termo “pulp fiction” foi usado para descrever histórias de qualidade menor ou absurdas.

Pesquisar mais textos:

Carla Correia

Título:Pulp Fiction: 20 anos depois

Autor:Carla Correia(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios